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Governo civil quer concentrar serviços de protecção civil na vivenda do CAE

Edição de 06.05.2009 | Sociedade
O Governo Civil de Santarém pretende requisitar o abandonado edifício do Centro da Área Educativa (CAE) da Lezíria do Tejo, na zona de São Bento, em Santarém, para instalar os serviços distritais de protecção civil e o centro distrital de operações de socorro (CDOS). A intenção surge depois das Finanças terem desistido de instalar ali o serviço local de Santarém que funciona em más condições num rés-do-chão alugado na rua Vasco da Gama, no centro da cidade. O governador civil de Santarém, Paulo Fonseca, tem esperança que a situação de abandono do espaço seja provisória e que a solução seja implementada a curto prazo. A direcção distrital de Finanças comunicou ao governo civil que já não pretende recuperar o edifício do CAE, porque entretanto surgiu a possibilidade da repartição local, à qual ocorrem em média 700 pessoas diariamente, ocupar o edifício do antigo matadouro da cidade, numa parceria com a Câmara de Santarém, para onde está prevista também a instalação de uma loja do cidadão. Recorde-se que o concurso para a empreitada de requalificação do antigo matadouro municipal de Santarém está na fase de análise das propostas por parte do júri, com vista à adjudicação dos trabalhos. Só no que respeita à Câmara de Santarém, estima-se que o investimento ronde os 700 mil euros. As obras no interior do edifício e respectivos equipamentos são da competência dos serviços do Estado.Os serviços do Centro da Área Educativa (CAE) da Lezíria do Tejo foram desactivados em Julho de 2008. Desde essa altura que o espaço ficou ao abandono sem qualquer protecção e manutenção e já foi alvo de várias acções de vandalismo. A PSP de Santarém já apanhou três pessoas no interior do edifício, que foram identificadas, e está a decorrer um inquérito sobre a invasão de propriedade. A Polícia desconhece se foram roubados equipamentos. Os agentes verificaram que tinha sido arrombada a porta e que existiam indícios que as instalações são usadas alegadamente para actividades ilícitas.

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