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Póvoa de Santarém reclama conclusão das obras de saneamento básico

Francisco Moita Flores alvo das acusações dos autarcas da assembleia de freguesia
Edição de 06.05.2009 | Sociedade
A Assembleia de Freguesia da Póvoa de Santarém está descontente com o arrastar das obras de saneamento básico na localidade e acusa o presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores (PSD), de não ter mão nas diferentes frentes de compromisso que assumiu para o concelho. O autarca visado diz que se trata de “folclore político” próprio dos períodos que antecedem eleições e garante a conclusão das obras para breve.Numa posição conjunta, os autarcas da assembleia de freguesia alegam que a empreitada de colocação da rede de saneamento básico “foi-se fazendo lenta e complicadamente”, tal como o alcatroamento das estradas que tiveram de ser esventradas. Algumas ainda estão por reparar e as que levaram “um cheirinho de alcatrão” já têm buracos ou fendas. “Entretanto, a população desespera com milhares de horas de espera pelo regresso dos seus caminhos sem buraco aqui, buracão acolá”, lê-se na carta que foi enviada a Moita Flores.Os autarcas lamentam ainda não saber para quando está previsto o início da construção da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) que vai servir a freguesia. “Há terreno, há projecto, mas o início da obra não se vislumbra nestes campos ribatejanos. Assim é complicado Dr. Moita Flores, muito complicado. Os velhos e os novos olham com espanto este quase romance do saneamento por acontecer”, lê-se no texto onde se dá conta que alguns moradores, fartos de esperar, já ligaram os esgotos das suas casas aos ramais que têm à porta, correndo agora os esgotos a céu aberto.Moita Flores garante que a ETAR da Póvoa de Santarém já foi adjudicada e que a obra deve começar em breve. Já quanto à designada estrada do Verdelho, diz que a reparação deve estar concluída durante a primeira quinzena de Maio.“É verdade que a Póvoa de Santarém lhe deu maioria nas urnas, confiando na sua sensibilidade para distinguir entre situações urgentes e as que se podem ir resolvendo; mas é também verdade que a população que o acolheu não gosta de ser enganada”, escrevem ainda os autarcas da Póvoa, concluindo que “chegou a hora de concluir obra”.

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