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Azambuja ambiciona voltar a ter equipa sénior para rentabilizar instalações

Azambuja ambiciona voltar a ter equipa sénior para rentabilizar instalações

Novo estádio municipal custou um milhão e setecentos mil euros

Mais de meio milhar de pessoas assistiram à inauguração do novo estádio municipal da Azambuja. A estrutura desportiva de alto nível poderá voltar a ter uma equipa de futebol sénior a competir. O próximo passo será a construção de bancadas para os espectadores.

Edição de 21.05.2009 | Desporto
O concelho da Azambuja quer voltar a ter uma equipa de futebol sénior. O anúncio foi feito pelo presidente da autarquia, Joaquim Ramos, no dia da inauguração do novo estádio municipal.“Esta é uma importante infra-estrutura desportiva que, esperamos, possa fazer renascer a nossa equipa de futebol de onze”, informou o edil a O MIRANTE. A vila da Azambuja está sem futebol sénior desde que o antigo estádio do Ribeiro, localizado junto à linha de comboio, deu lugar ao campo da feira. “Muito por culpa da própria pressão da estrutura urbana da vila”, lamentou Joaquim Ramos. Para que essa equipa sénior exista, as escolas do concelho terão um papel fundamental na formação de jovens valores. “Esta é uma estrutura que visa mobilizar as escolas, crianças e colectividades do concelho, que a partir de agora têm este campo à disposição”, informou o edil. Ao todo, vão ser mais de 2 000 crianças.O novo complexo desportivo, situado na rua dos Maias, junto ao complexo de piscinas da vila, custou um milhão e setecentos mil euros. Foi parcialmente financiado em 480 mil euros pela secretaria de estado da juventude e do desporto, através do programa operacional “o primeiro relvado”, inserido no quadro comunitário de apoio. O secretário de estado da presidência do conselho de ministros, Jorge Lacão, presidiu à cerimónia, que contou com a presença de quase meio milhar de pessoas.O estádio municipal é composto por relva sintética e está complementado com uma estrutura de apoio que inclui ginásio, sala de “photofinish”, salas polivalentes e balneários para atletas e árbitros. O público em geral dispõe ainda de casas de banho. As torres de iluminação foram doadas pela Opel. “Os candeeiros são um equipamento caro e quando soubemos que iam ser demolidos na fábrica pedimos à Opel que nos cedesse, o que acabou por acontecer”, informou o autarca. Apesar do estádio já poder ser utilizado, ainda ficou trabalho por concluir. As bancadas são ainda provisórias e têm poucos lugares. O executivo garante que o projecto já prevê a construção dessas infra-estruturas, mas apenas quando houver disponibilidade financeira para o fazer. “Acho que é uma obra importante para o concelho porque há muitos anos que reclamamos um campo de futebol. É pena não estar ainda pronto na totalidade mas o que está feito já serve para ir praticando desporto”, refere Francisco Silva, natural da Azambuja. Para outro residente que esteve na inauguração um dos maiores problemas do campo é a falta de estacionamento. “Em dias de maior afluência temos de ir deixando os carros pela rua fora quase até à escola secundária. E a estrada de acesso ao campo é muito estreita e perigosa”, opina Rodrigo Mateus.A cerimónia de inauguração contou ainda com um torneio quadrangular de futebol amigável, onde estiveram as selecções de veteranos da Azambuja, Sporting Clube de Portugal, Sport Saudade e Benfica e Vitória Futebol Clube. O árbitro convidado para apitar o primeiro jogo do estádio municipal da Azambuja foi Jorge Coroado. No fim, a equipa do Benfica foi a grande vencedora, numa final discutida com o Sporting nas grandes penalidades. A equipa da casa terminou no último lugar da prova.
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