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Quercus pede minimização de impactos ambientais em futura travessia do Tejo

Edição de 20.05.2009 | Sociedade
A Quercus defende a minimização de impactos ambientais na “travessia do Rio Tejo a jusante de Abrantes e na freguesia da Bemposta”, no âmbito do projecto de construção do troço do IC9 entre Abrantes e Ponte de Sor. Domingos Patacho, presidente do Núcleo Quercus do Ribatejo, disse que, dos traçados propostos, “existe um que parece oferecer menos custos ambientais e uma menor fragmentação de áreas de montado de sobro e da charneca ribatejana”.“Consideramos pertinente a construção de uma nova travessia no local, mas devem ser minimizados os impactos ambientais, nomeadamente [quanto aos] sobreiros e também [salvaguardados] os vestígios arqueológicos detectados em Casal da Preta, em Abrantes”, acrescentou. “A nossa proposta é que o traçado siga a sul da Bemposta pela Estrada Nacional 2, até ao Domingão, em Ponte de Sor, por ser o menos impactante e que pode facilmente ser compensado com a plantação de novos sobreiros”, afirmou o dirigente ambientalista.O presidente da Câmara de Abrantes, Nelson de Carvalho (PS), disse que a posição da Quercus “não é alarmante” e que “não existem impactos significativos ou um impacto que se diga que vai impedir de construir o que quer que seja”. O autarca acrescentou que “este troço vai ser alvo de um aligeiramento temporal, uma vez que a empresa que fizer o projecto será a empresa que lançará a obra. Em 2010 a obra já deverá estar lançada, prevendo-se a sua conclusão para o ano 2012”, afirmou Nelson de Carvalho.

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