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Reportagem de alunos da ESTA vence concurso nacional

Reportagem de alunos da ESTA vence concurso nacional

Objecto do trabalho foi a participação da população de Abrantes em actos eleitorais

Os jovens, que pretendem seguir o jornalismo televisivo, receberam como prémio um curso de televisão do Centro Protocolar de Formação Profissional de Jornalistas.

Edição de 20.05.2009 | Sociedade
Nuno Pinto, Alison Silva e Sara Pereira, alunos do 2.º ano do curso de Comunicação Social, vertente de Jornalismo, da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA) do Instituto Politécnico de Tomar foram os grandes vencedores do Prémio Nacional de Jornalismo Universitário (PNJU) na categoria de Televisão, uma iniciativa que se realizou a nível nacional. Os alunos concorreram contra dois grupos finalistas de outras instituições do país onde se lecciona Jornalismo. O tema da reportagem televisiva “Porque votamos?” surgiu de um consenso do grupo uma vez que tinha que se debruçar sobre a temática dos Direitos Humanos e Cidadania. “Como as eleições estão aí à porta achamos que este seria um bom tema devido à sua actualidade”, aponta Alison Silva, 20 anos. Ao longo de 18 minutos, os alunos tentaram fazer o contraponto de opiniões relativas à participação do acto eleitoral entre os habitantes do meio rural (Rio de Moinhos) e urbano (Abrantes). Para isso trabalharam na recolha de depoimentos nestes dois meios, entrevistando também o actual presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Nelson de Carvalho (PS). “Reparámos que o nível de instrução das pessoas as pode influenciar a ir votar ou não. Chegámos à conclusão que nos meios rurais as pessoas votam por obrigação ou no mesmo partido durante toda a vida. No meio urbano têm mais preocupação com isto”, refere Sara Pereira. A montagem resultou numa sequência de testemunhos curtos onde as respostas foram as mais variadas.A reportagem, de média dimensão, começou a ser desenvolvida em Março e demorou cerca de seis semanas a ficar pronta. O trabalho, que não conta para nota, foi conciliado com as aulas à custa de sacríficio de horas de sono, ficando muitas vezes na escola depois das aulas terminarem. “Marcámos a diferença a nível técnico, de captação de imagens, e a nível jornalístico uma vez que trouxemos informações novas”, aponta Nuno Pinto. De acordo com Hália Costa Santos, docente do Departamento de Comunicação Social, a ESTA foi a escola que concorreu com o maior número de trabalhos a nível nacional, nas categorias de imprensa e televisão. O concurso foi decidido por um júri constituído por Ricardo Costa e Carla Castelo, da estação de televisão SIC. Os alunos da ESTA receberam como prémio um curso de televisão do Centro Protocolar de Formação Profissional de Jornalistas (Cenjor). “A vantagem deste curso é que para além da parte teórica valorizamos muito a componente prática. Temos muito orgulho em sermos ensino politécnico”, afirma a docente considerando que os alunos da ESTA saem bastante preparados da sala de aulas.Futuros jornalistas, os três alunos querem trabalhar, no futuro, na área da televisão. Alison e Nuno à frente das câmaras. Já Sara prefere a pós-produção. “O mercado não está fácil. Temos que ser persistentes, ter paixão por aquilo que fazemos e mostrar a nossa qualidade”, assumem em uníssono.
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