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Taxistas de Vila Franca sem soluções à vista

Taxistas de Vila Franca sem soluções à vista

Câmara de Vila Franca remete responsabilidades para ANTRAL
Edição de 21.05.2009 | Sociedade
Os taxistas da zona sul do concelho de Vila Franca de Xira continuam sem solução à vista para o diferendo que os divide no que respeita à circulação livre nas praças. A presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira convocou os detentores das 36 licenças profissionais para uma reunião, remetendo-os para a Associação Nacional de Transportadores em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), com quem devem acertar uma proposta a apresentar à autarquia. Francisco Lopes da Silva, representante dos taxistas favoráveis à mudança, conta que o grupo “não vai desistir, mas tudo vai depender da reunião com a ANTRAL”. O profissional admite que ainda são minoritários os 15 taxistas que entregaram um abaixo-assinado a favor da mudança, face aos restantes que pretendem manter o actual modelo. “As licenças foram cedidas sem custos ao taxistas, mas assistimos com este sistema à valorização de algumas licenças em detrimento de outras. A venda de licenças é ilegal e nem tão pouco é declarada aos impostos”, denuncia. “A única coisa que há é a escritura de mudança de propriedade”, nota. Para José Carlos Borba, que defende a manutenção do actual modelo, a iniciativa é “exclusiva dos taxistas de Alhandra”. O profissional garante que com o actual sistema a central Ribataxis, “qualquer taxista pode responder a um serviço e o cliente nunca é prejudicado. Quem está interessado na mudança tem táxis na Calhandriz e São João dos Montes e Sobralinho que não vão à sua praça de origem há vários anos. Os táxis das empresas interessadas no regime livre estão afectos aos serviços de seguros e de clínicas de saúde noutras freguesias, um terço menos lucrativos e assim vão poder andar em todas as praças”, refere. A polémica em torno das praças de táxis do sul do concelho surgiu após a reivindicação, há duas semanas, da liberalização da circulação de táxis naquela área. Os profissionais descontentes queixam-se do regime que os proíbe de recolher passageiros fora da sua praça de origem ou parar em praças de outras freguesias que não a sua.
Taxistas de Vila Franca sem soluções à vista

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