DEZ SORRISOS PARA 2010 | 06-01-2010 15:19

Mais emprego e mais protecção para as crianças são os desejos para 2010

Mais emprego e mais protecção para as crianças são os desejos para 2010
O ano de 2009 vai ficar na memória de Maria Elisa Figueiredo como um dos mais marcantes a nível pessoal. Com um início negativo, mas um final muito positivo. A doença da nora e a impotência de nada poder fazer fizeram-na sofrer. “Mas tive a alegria de a ver recuperar demonstrando ser uma grande mulher”, confessa.A nível nacional e internacional, Maria Elisa Figueiredo, 77 anos, considera que 2009 será lembrado como um ano negativo com muitas notícias desagradáveis como o aumento do desemprego, pessoas necessitadas e muita carência. “Contava chegar a esta idade e ver tudo a melhorar e afinal não aconteceu nada disso. Sempre esperei que o mundo se modificasse para melhor, mas infelizmente só vejo sofrimento”, lamenta.Reformada da função pública, onde trabalhou 36 anos, Elisa Figueiredo tem sempre esperança que o próximo ano seja melhor que o anterior. Apesar de não querer ser pessimista, não acredita que este ano traga mudanças tão positivas como deseja. Mais protecção para as crianças, aumento de emprego e menos problemas sociais é o que pede a quem nos governa. Nada supersticiosa, Maria Elisa Figueiredo nem sempre cumpre o ritual de comer as doze passas à meia-noite. “Umas vezes como, outras vezes esqueço-me. Os desejos vou pedindo a Deus todos os dias do ano. Não ligo muito a essas tradições”, conta acrescentando que cumpria mais os rituais de passagem de ano quando o marido, Bernardo Figueiredo, era vivo. “A festa da passagem de ano tinha outro significado com a presença dele”. Para o ano que agora começou, Elisa Figueiredo pediu muita saúde e protecção para os filhos e netos garantindo que basta eles estarem bem para que também se sinta feliz. Maria Elisa Figueiredo despediu-se de 2009 e entrou em 2010 em casa de amigos no Vale de Santarém. Mas foram as passagens de ano em Espanha, nomeadamente Badajoz e Sevilha, que ficaram na sua memória. A presença do marido e da filha mais nova tornaram a viagem a Badajoz marcante. “Era muito divertido porque devido à diferença horária de uma hora festejávamos a passagem de ano duas vezes. Primeiro pela hora espanhola e depois pela hora portuguesa. Além disso, a presença deles tornou aquela passagem de ano memorável cheia de amor e alegria”, recorda.

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