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Vasco Cunha recandidata-se à presidência da distrital do PSD

Edição de 06.01.2010 | Política
O presidente da distrital de Santarém do PSD, Vasco Cunha, vai enviar esta semana uma carta aos militantes do partido no distrito a anunciar a sua recandidatura a um novo mandato. Vasco Cunha é para já o primeiro candidato às eleições marcadas para o próximo dia 22, não querendo ainda adiantar nem qual o programa nem os nomes que vão integrar a sua lista. Admitindo apenas que continua a contar com o apoio do actual presidente da Mesa da Assembleia Distrital, Miguel Relvas.Há duas semanas Miguel Relvas, ex-deputado e também presidente da Assembleia Municipal de Tomar, dizia a O MIRANTE que Vasco Cunha “é o candidato natural” e que não via razões nenhumas para que não se apresente a votos. “Quem precisa de mudar de vida, e muito, é o PSD nacional e não o PSD distrital”, ironizava então. O próximo mandato na distrital tem a duração de dois anos e deve ser relativamente pacífico, já que não há eleições previstas como as presidenciais, legislativas ou autárquicas. É natural que alguns militantes prefiram perfilar-se como candidatos a líder distrital do partido no mandato seguinte. Deputado na Assembleia da República desde 2002 e presidente da distrital social-democrata de Santarém há três anos, Vasco Cunha diz que o motiva a vontade de concluir o trabalho iniciado à frente da distrital e “abrir uma nova etapa”. Entre as tarefas a que se propunha, e que não conseguiu concluir, Vasco Cunha aponta a nova sede distrital do PSD e ir “mais além” na organização do partido a nível distrital como alguns dos objectivos para um próximo mandato.Vasco Cunha disse ter sido ainda motivado pela “avaliação positiva” do seu trabalho à frente da distrital e pelo incentivo recebido por parte de muitos militantes, que apelaram a que mantenha a coesão do partido no distrito. Quanto à sua posição sobre a liderança do PSD, Vasco Cunha, que foi apoiante de Manuela Ferreira Leite, defende a ideia de que o presidente de uma distrital “não é um pastor de um rebanho de ovelhas”. “Vou tomar partido (depois das eleições para a distrital), mas não vou andar atrás das pessoas para me seguirem”, disse.

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