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Condomínio paga iluminação da via pública em Fátima

Condomínio paga iluminação da via pública em Fátima

Moradores do edifício Concorde voltam a insistir com Câmara de Ourém para arcar com despesa
Edição de 13.01.2010 | Sociedade
Os moradores do edifício Concorde, em Fátima, querem que seja a Câmara de Ourém a suportar os encargos com a iluminação pública na via que contorna os três blocos do condomínio. O espaço, classificado como logradouro aquando do licenciamento do prédio, há cerca de 15 anos, funciona na prática como via de utilização pública, servindo ainda de acesso a vários prédios vizinhos.Perante a ausência de iluminação, que gerava insegurança na zona, a administração do condomínio levou a cabo, ao fim de dois anos, a instalação de iluminação exterior. Uma factura que leva ao condomínio cerca de 150 euros por mês. Mas mantém que esta é uma responsabilidade da Câmara de Ourém e que não devem continuar a ser os moradores a pagar pela iluminação de um espaço que não é do domínio privado. O caso foi exposto na última reunião de câmara pela administradora do Bloco B, Alice Cunha, que lembrou ter sido presença frequente naquelas reuniões ao longo dos anos. A O MIRANTE, a responsável, juntamente com o colega Manuel Pereira, explicou que com o anterior executivo, liderado ainda por David Catarino (PSD), havia ficado decidido que a câmara resolveria administrativamente a questão. O caso, no entanto, ainda não teve solução. O presidente da autarquia, Paulo Fonseca (PS), manifestou-se surpreso com o caso, referindo que se iria averiguar a situação.Manuel Pereira salientou o facto de os prédios envolventes terem os seus acessos a partir do dito logradouro, tal como o mercado. Na altura em que o mercado foi renovado, há cerca de dois anos, o terreno foi cedido pelo condomínio com a contrapartida de ser resolvido o problema da iluminação. A situação, porém, manteve-se. O edifício alberga cerca de 60 famílias e estabelecimentos comerciais, incluindo o posto local da Segurança Social, uma frutaria, peixaria, talho, uma fábrica e uma escola de inglês. Como tal regista bastante afluência. “Não há nenhum edifício igual a este em qualidade em todo o distrito de Santarém”, observaram os administradores, destacando que a actual situação se deveu em muito à “má vontade” do antigo presidente do município.
Condomínio paga iluminação da via pública em Fátima

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