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Obras na Escola Miguel de Almeida de Abrantes previstas para Fevereiro

Edição de 13.01.2010 | Sociedade
A Escola Básica 2,3 D. Miguel de Almeida de Abrantes vai ser alvo de obras de requalificação num investimento de 3,2 milhões de euros. O contrato da empreitada foi assinado sexta-feira e prevê que a obra seja exe-cutada em 18 meses. Construída em meados dos anos setenta e sem registos de obras de beneficiação, a escola “não oferece hoje as condições devidas para que se trabalhe de modo profícuo”, disse Maria do Céu Albuquerque (PS), presidente da autarquia. A partir do ano lectivo 2011/2012, os cerca de 800 alunos e mais de 90 professores, “terão todas as condições para exercerem de forma efectiva o seu trabalho”, adiantou o autarca. A intervenção, que terá início em Fevereiro, incidirá sobre a requalificação dos blocos existentes, com a substituição das coberturas e caixilharias, a eliminação de barreiras arquitectónicas e remodelação geral das redes eléctrica, águas, esgotos e saneamento, além da introdução de infra-estruturas de eficiência energética e energias renováveis.A reestruturação do espaço escolar engloba ainda a criação de novas valências, como auditórios, laboratórios de ciências e salas de educação visual e tecnológica, salas de música e informática, biblioteca e centro de recursos, um pavilhão gimnodesportivo e um polidesportivo coberto. Carlos Baptista, responsável da empresa adjudicatária, disse que, de forma a permitir o funcionamento das actividades escolares, em substituição dos blocos que estiverem em obra, serão instalados 18 monoblocos, correspondendo a 18 salas de aula e um outro correspondendo a instalações sanitárias.Segundo a autarquia, até 2013 serão construídos em Abrantes 11 novos centros escolares e a nova Escola Superior de Tecnologia, as duas escolas secundárias serão requalificadas e será ainda instalada uma escola profissional de Hotelaria e Turismo e uma Escola de Formação no âmbito da electricidade, mecânica e metalomecânica.“Serão muitos milhões de euros de investimento com o objectivo de caminharmos para uma educação de excelência e para podermos dotar a comunidade de mais competências e de lhes conferir maior competitividade para enfrentarem os desafios deste século”, enfatizou Céu Albuquerque.Com financiamento assegurado em 70 por cento pelo Programa Operacional Valorização do Território, a Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo assume o restante financiamento desta empreitada de requalificação.

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