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Câmara da Chamusca vende moinho

Edição de 20.01.2010 | O Mirante dos Leitores
Eu pergunto ao presidente da câmara, que eu e tantos outros elegemos, se na Chamusca há alguma coisa que deva ser preservada para memória futura, pois ele tem atacado o nosso património a seu belo prazer com o discurso do não tem valor. A minha memória recorda o professor António Matias a catalogar pedras e pedaços de tijolos dizendo que tinham valor, afinal foi tudo vendido em saldos com o argumento da falta de valor. Tenho 46 anos e lembro-me do moinho. Era aí que via os trabalhadores a matarem a sede aos animais e foi aí o meu primeiro contacto com os ranchos de alentejanos que vinham para o trabalho. Quero que os meus filhos saibam o que foi o passado. Só a estátua de homenagem aos operários agrícolas é que tem valor? Talhas, arados, cabaças, tanta coisa antiga que entregaram ao nosso presidente para a preservação da memória futura e que ele vendeu a preços irrisórios. Fátima Lino

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