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Falta dinheiro para as principais obras do Parque Urbano da Flamenga

Falta dinheiro para as principais obras do Parque Urbano da Flamenga

Em Março Câmara de Vila Franca de Xira reúne com a população e Junta

As principais obras previstas para o Parque Urbano da Quinta da Flamenga vão continuar à espera. Falta dinheiro e a partir de Março prevê-se apenas a construção de zonas de estar, percursos e a abertura do concurso para a cafetaria.

Edição de 20.01.2010 | Sociedade
No próximo mês de Março a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira vai reunir com os moradores da Quinta da Flamenga e a Junta de Freguesia de Vialonga para definir quais as obras que irão decorrer ainda este ano. Mas a presidente da autarquia vai já avisando sobre o que pode fazer. “Não vivemos momentos de grande disponibilidade financeira e há a necessidade de dosear e distribuir”. Declarações proferidas durante a visita à freguesia que a edil efectuou na sexta-feira, 15 de Janeiro.Maria da Luz Rosinha adianta que as obras a realizar deverão estar prontas no Verão para usufruto da população e passarão pela construção de zonas de estar, de percursos e do lançamento do concurso para a exploração de uma cafetaria.Há oito anos que os moradores esperam e desesperam pela construção das obras previstas para aquela zona. Depois de várias alterações, o actual projecto contempla a criação de uma grande zona relvada e arborizada. Uma alameda junto à zona residencial, espaços de lazer e de carácter desportivo e a construção de uma piscina.Em Abril de 2007 a autarquia de Vila Franca de Xira deixou a promessa de que em Outubro de 2009 o parque urbano estaria concluído. A 12 de Setembro último a câmara inaugurou a primeira fase do parque, que custou cerca de 800 mil euros que corresponde a apenas um terço do total das obras. O jardim dos Socalcos. Na ocasião, Maria da Luz Rosinha, justificou que o atraso na conclusão do Parque Urbano da Flamenga se deve aos custos muito mais elevados dos que os estimados em projecto (cerca do dobro).Já em Agosto e depois de confrontado com as críticas dos moradores sobre os sucessivos atrasos na obra, o vice-presidente da autarquia garantiu que todo o processo administrativo e projecto de adjudicação estavam concluídos mas que faltava dinheiro para avançar com a obra. “Só conseguiremos avançar no primeiro trimestre do próximo ano. É preciso cerca de um milhão de euros que a autarquia neste momento não tem” confessou Alberto Mesquita na ocasião, garantindo a O MIRANTE que estavam criadas as condições para que no início deste ano as obras pudessem recomeçar.O autarca garantiu que a câmara não ficou imune à crise mundial e que depois de ter sido feita uma análise financeira rigorosa o município delineou prioridades. “Honrar os compromissos que assumimos com empreiteiros e fornecedores e fazer o pagamento dos vencimentos. Apesar do menor encaixe de receitas que se verificou no último ano, conseguimos equilibrar as contas”, garantiu Alberto Mesquita em Agosto do ano passado.Neste momento o terreno onde já deveria estar construído o Parque Urbano da Quinta da Flamenga em Vialonga, serve para depósito de lixo e apresenta perigos para as muitas crianças que ali brincam. Existe um poço cheio de água, protegido apenas com um arame, vários buracos e duas tampas de saneamento básico, que não estão devidamente sinalizados.
Falta dinheiro para as principais obras do Parque Urbano da Flamenga

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