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Câmara de Tomar ajuda família a recuperar casa destruída por fogo

Autarquia atribui subsídio de dois mil euros para adquirir materiais
Edição de 27.01.2010 | Sociedade
A Câmara de Tomar vai ajudar a família de Fontainhas, na freguesia de Paialvo, a reconstruir a casa que ficou danificada por um incêndio no dia 18 de Dezembro de 2009. A proposta foi aprovada na última reunião do executivo, a 21 de Janeiro. A câmara vai comprar os materiais necessários para esta operação, estimados no valor de dois mil euros, que serão entregues ao presidente da Junta de Paialvo. A família vai ainda ficar isenta de taxas e licenças para a realização das referidas obras.Tal como noticiado por O MIRANTE na ocasião, o fogo atingiu as principais divisões da casa pelo que esta família, de fracos recursos económicos, aguardava auxílio para iniciar as obras de reconstrução. Lurdes Alves, moradora, diz que apenas conseguiu salvar algumas roupas. De resto tudo ficou destruído, desde electrodomésticos a móveis e outros equipamentos. “Até o computador do meu filho ardeu e faz-lhe bastante falta para estudar uma vez que está a tirar um curso de informática”, lamentou. A atribuição do subsídio extraordinário foi proposto pelos Serviços de Acção Social da autarquia tendo em conta “a situação de carência em que se encontra a família na sequência deste incêndio”. Foi ainda elevado em consideração o quadro de baixo salário e da invalidez de um dos membros do casal. Os serviços de acção social fizeram ainda o levantamento das necessidades de intervenção na habitação desta família. A vereadora Graça Costa, do grupo “Independentes por Tomar”, questionou qual o motivo de serem atribuídos dois mil euros. De acordo com o relatório que leu, o prejuízo ascende aos cinco mil euros e - pelas fotografias que viu - o nível de destruição foi elevado pelo que considera o valor escasso para as reais necessidades. Rosário Simões esclareceu que o valor surge porque também foi este o montante atribuído recentemente pela autarquia numa situação idêntica que atingiu uma família na Pedreira. “O munícipe em causa não paga a mão-de-obra uma vez que é ele que vai trabalhar, com a ajuda de amigos, na reconstrução da casa ao fim-de-semana”, esclareceu a vereadora. Rosário Simões sublinhou, no entanto, que consoante o andamento do processo poderá haver a necessidade de reforçar este apoio.

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