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Casas recuperadas pela Câmara de Constância poderão ser alugadas a turistas

Falta de interessados na aquisição de imóveis obriga autarquia a procurar alternativas
Edição de 27.01.2010 | Sociedade
A Câmara de Constância está a pensar colocar ao serviço do turismo algumas das casas recuperadas de que é proprietária no centro histórico da vila, através de aluguer de curta duração. Segundo o presidente da autarquia, Máximo Ferreira (CDU), essa pode ser a forma de rentabilizar um património onde a câmara investiu dezenas de milhares de euros. Recorde-se que, na última década, a Câmara de Constância tem adquirido alguns imóveis na zona história que posteriormente recupera com a intenção de os colocar no mercado imobiliário. Mas a falta de interessados nalgumas dessas casas levaram a autarquia a ponderar outras alternativas para tentar dar mais vida à zona nobre da terra.“O que estamos a tentar é fazer algumas experiências ao nível do turismo. Até porque a câmara já possui algumas casas recuperadas postas à venda e ninguém as compra, estamos a pensar pôr o serviço de turismo a fazer a gestão de três ou quatro casas para aluguer de curta duração. Para que se dê utilização à casa e vida à zona histórica e permita ao município reaver algum do investimento”, explica o presidente da autarquia.A autarquia pretende, “na medida das possibilidades”, continuar a recuperar algumas casas. “Nalguns casos deixá-las como são, mas reconstruídas. Noutros casos, em que duas casas estejam juntas, manter a frontaria e transformar o interior numa casa de tamanho razoável”, explica Máximo Ferreira, justificando que a reduzida dimensão das casas pode ser um dos obstáculos ao interesse de potenciais compradores.Para o autarca, as razões para a reduzida procura são várias. “Uma delas passa pela evolução dos hábitos que fomos adquirindo do meio em que queremos viver. Queremos ter uma sala onde se tem um sofá, onde se tem um plasma e as casas da zona histórica são todas tão pequeninas que pelas escadas não cabe um sofá. Isto inviabiliza de facto que se fixem famílias na zona histórica. Ou pelo menos que se fixem muitas”, considera.

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