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Mónica Pinto 32 anos, Almeirim, desempregada

Mónica Pinto 32 anos, Almeirim, desempregada

“Acredito que a morte é apenas física e mental. A verdadeira essência, ou alma, é eterna. Pode parecer muito louco para os mais cépticos mas, para mim, somos apenas uma alma que vive várias vidas ao longo da sua existência terrena”

Edição de 26.05.2010 | Agora falo eu
Concorda com o casamento entre pessoas do mesmo sexo?Sim. Tanto homossexuais como heterossexuais têm os mesmos direitos e deveres perante a sociedade. Se sempre lutámos pela igualdade de direitos, o ser humano também tem o direito de amar quem quer, seja homem ou mulher.As medidas de austeridade implementadas pelo Governo são mesmo necessárias?Mais cedo ou mais tarde, estas medidas teriam que ser implementadas porque Portugal não tem poder de decisão. Estamos numa situação crítica e é necessário reagir. As contrapartidas foram exigidas pela União Europeia para podermos sair da situação financeira em que o país se encontra. Mas não é justo que os menos afortunados tenham que pagar ainda mais impostos porque, simplesmente, não têm dinheiro.Acredita na existência de vida depois da morte?Acredito que a morte é apenas física e mental. A verdadeira essência, ou alma, é eterna. Pode parecer muito louco para os mais cépticos mas, para mim, somos apenas uma alma que vive várias vidas ao longo da sua existência terrena. Acredito que temos um propósito em cada vida e o principal objectivo é tornamo-nos mais evoluídos espiritualmente. Portugal tem hipóteses de ser o próximo campeão do mundo de futebol?Temos que ter sempre pensamento positivo e acreditar que vamos ficar em primeiro. Sofro muito a ver os jogos da equipa das quinas e estou a torcer pela equipa, mesmo não indo à África do Sul. A selecção nacional tem muito bons jogadores que, se estiverem em boa condição física e motivados, podem realizar jogos de grande qualidade. Se um desconhecido lhe oferecesse flores como reagia?Aceitava, agradecia e seguia o meu caminho, mas não deixava de me interrogar o porquê daquele gesto. Não é muito comum as pessoas andarem na rua a oferecer flores a quem não conhecem. Mas sabe sempre bem receber flores e eu adoro-as.Para que país não viajava mesmo que lhe oferecessem a viagem?Não viajava para qualquer país que neste momento está em conflito como o Iraque ou o Afeganistão. Quando viajo quero descobrir a essência e a cultura de um país, o que não conseguimos fazer em países onde não reina a paz e a calma. Só visitaria um país em guerra para fazer trabalho comunitário, mas em férias, prefiro praia e sol.Alguma vez fez uma peregrinação?Fui uma vez a Fátima a pé e foi uma experiencia muito gratificante, não pelo sentido religioso, apenas pelo facto de ter ido acompanhar um grupo de amigos. Há dez anos que estou a tentar ir a Santiago de Compostela (Espanha), que acredito que seja um caminho “mágico” e de descoberta pessoal, mas, por diversas razões, ainda não consegui. Quero ver se a realizo este ano.
Mónica Pinto 32 anos, Almeirim, desempregada

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