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União Desportiva Vilafranquense vai lutar pela manutenção na primeira divisão

União Desportiva Vilafranquense vai lutar pela manutenção na primeira divisão

Clube apresentou-se aos sócios e aguarda início das obras no parque do cevadeiro

Equipa conta esta época com cinco novos reforços e um orçamento que ronda os 30 mil euros. Qualidade do plantel dá garantias para que o clube faça um campeonato tranquilo.Jorge Afonso da Silva

Edição de 01.09.2010 | Desporto
Depois de na última época ter logrado subir à Primeira Divisão de Honra da Associação de Futebol de Lisboa a União Desportiva Vilafranquense (UDV) vai, esta temporada, apostar forte na manutenção.Esse é o principal objectivo traçado pelo presidente e pelo novo treinador da equipa. Paulo Eira, antigo adjunto do clube, regressa a Vila Franca de Xira sete anos depois de ter partilhado o banco com Rui Vitória. Substitui Fernando Ferreira no comando técnico da equipa e mantém um discurso optimista. “Queremos fazer um campeonato tranquilo. Não andar por lugares de perigo e garantir a manutenção o mais cedo possível. Esse é o grande objectivo. A qualidade do plantel dá-me garantias apesar de estarmos num campeonato diferente”garante o “mister”. A equipa apresentou-se aos sócios na tarde de sábado, 28 de Agosto num jogo de treino disputado no Campo do Cevadeiro diante a formação do Oeiras. O campeonato da UDV inicia-se a 12 de Setembro com uma visita ao vizinho Vialonga. O técnico garante que o plantel está fechado. “Nós treinadores, queremos sempre mais e melhor. Mas temos o plantel possível e é com estes 25 que vamos trabalhar pois são aqueles que estão ao nosso dispor”, revela Paulo Eira, que viu este ano a equipa ser reforçada com cinco novos atletas.Para o presidente do clube a táctica também já está traçada. “Espero que a equipa faça um bom trabalho, que jogue com dignidade e vontade. Um lugar entre os cinco primeiros já seria bom”, salienta Joaquim Pedrosa, acrescentando que o vilafranquense não tem condições para pensar noutros voos, como a subida de divisão. “Isso implicaria outros custos que neste momento não temos”, revela o dirigente.Sem ordenados estabelecidos para ninguém o compromisso é o de pagar os subsídios acordados. O orçamento ronda os 30 mil euros para toda a estrutura do futebol. A difícil situação financeira em que o clube se encontra não permite ir mais além. Nomeadamente a dívida de cerca de dois milhões de euros que a colectividade tem para com as Finanças, Segurança Social e outros credores. “A dívida mantém-se. Só com as receitas da tal bomba de gasolina – a ser construída no Parque Urbano do Cevadeiro ao abrigo do Programa Polis – é que conseguiremos liquidá-las. Essa é a única solução para a resolução do problema financeiro”, garante Joaquim Pedrosa.Para já a situação mantém-se inalterável apesar das promessas feitas. “Estamos à espera. Havia a promessa do empreiteiro de que em Junho as obras iam começar. Passou Julho e já estamos em Setembro e até agora nada. Mas tenho fé que as obras começam ainda este ano. Quanto mais tarde, pior para nós. Sem bomba de gasolina não há clube”, vaticina o presidente.
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