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Nersant diz que economia regional fica afectada pelo fecho da ponte de Constância

Edição de 01.09.2010 | Economia
“Graves consequências na mobilidade de pessoas e bens e uma economia regional afectada” é a leitura que a Associação Empresarial da Região de Santarém - Nersant faz do encerramento ao tráfego rodoviário da ponte sobre o Tejo, entre Praia do Ribatejo e Constância Sul.Reunida segunda-feira para tomar posição sobre o encerramento da travessia, ocorrido a 20 de Julho, após uma vistoria técnica negativa da Refer que apontou falhas de segurança, “a Nersant considera grave que um assunto que preocupa as autarquias de Constância e Barquinha desde 1995 continue sem solução”.A reunião, organizada pela associação empresarial mais representativa do distrito, foi “interrompida para poder ouvir os autarcas envolvidos” e terá continuidade na próxima segunda-feira, 6 de Setembro, altura em que a Nersant assumirá uma posição perante uma situação que entende ter sido “causada pelo alheamento de entidades públicas” e por “desentendimentos entre políticos e autarcas”.O encerramento da ponte sobre o rio Tejo configura uma situação que a Nersant definiu como “complexa”, afirmando, em comunicado, que a mesma se deve ao “desentendimento entre autarcas, políticos da região, indecisão governamental e alheamento de entidades públicas”.“Subjacentes a esta situação estão as diferentes prioridades defendidas por diversos governos na construção da ponte do Tramagal [em Abrantes] e da ponte de Constância”, afirmam ainda os responsáveis da associação empresarial. “Devido à gravidade da situação” e à “importância de ouvir a posição dos autarcas envolvidos”, a direcção da Nersant decidiu, “ponderadamente”, adiar a sua posição pública sobre a matéria para a próxima segunda feira.

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