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Autarcas querem levar Circular Urbana de Alverca à Assembleia da República

Autarcas querem levar Circular Urbana de Alverca à Assembleia da República

Câmara de Vila Franca e Junta de Alverca lançam petição para recolha de assinaturas

Até ao final do primeiro trimestre de 2011 autarcas esperam ter recolhido quatro mil assinaturas para levar à Assembleia da República a discussão sobre a Circular Urbana de Alverca. Câmara e junta de freguesia não desistem dos terrenos a nascente, propriedade da Força Aérea, que por sua vez recusa cedê-los.

Edição de 15.09.2010 | Sociedade
A luta pela construção da futura Circular Urbana de Alverca a nascente da via férrea – em terrenos da Força Aérea – vai chegar à Assembleia da República. A Câmara de Vila Franca de Xira associou-se à Junta de Freguesia de Alverca no lançamento da petição para a recolha de quatro mil assinaturas, necessárias para que a reivindicação seja levada à discussão no Parlamento. O final do primeiro trimestre do próximo ano é a data avançada para que o documento tenha as assinaturas mínimas e possa seguir para a respectiva comissão parlamentar.A apresentação pública da iniciativa aconteceu em conferência de imprensa na manhã de segunda-feira, 13 de Setembro, na sede da Junta de Freguesia de Alverca. Além da presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Maria da Luz Rosinha e do presidente da Junta de Freguesia de Alverca, Afonso Costa, marcaram ainda presença o vice-presidente da câmara, Alberto Mesquita, o presidente da Assembleia de Freguesia de Alverca, António Vargas, e o presidente da Assembleia Municipal de Vila Franca de Xira, João Quítalo.Já em Abril um ofício assinado por todas as forças políticas do concelho de Vila Franca de Xira, a defender a construção do troço da Circular Urbana de Alverca, a nascente da via-férrea, foi enviado ao Chefe de Estado-Maior da Força Aérea, ao ministro da Defesa e ao primeiro-ministro.Na altura o vice-presidente da autarquia vilafranquense, Alberto Mesquita, disse ter esperança de ser recebido pessoalmente por José Sócrates, vendo nessa reunião uma oportunidade de pedir apoio, a nível político, para viabilizar uma solução, já que militarmente a negociação estava a revelar-se difícil. Até ao momento nada aconteceu e a saturada Estrada Nacional 10 tem cada vez mais tráfego.Os terrenos em causa pertencem à instituição militar que os recusa ceder, alegando não poder ir contra a lei”, já que se trata de uma zona de “servidão militar e aeronáutica”. A alternativa é construir o troço da variante a poente do caminho-de-ferro que, segundo o documento enviado “trata-se de uma zona com menos espaço e implica a demolição de edifícios de habitação e comércio, sendo necessário realojar cerca de 22 famílias, o que já está a causar grande preocupação na população pelo facto de terem de abandonar o local onde residem há décadas”.O último parágrafo da petição é o mesmo do ofício enviado em Abril. Só mudam os destinatários. No dois documentos pede-se “que seja analisada a possibilidade da solução a nascente do caminho-de-ferro, a qual teria que ter em conta todas as questões que a Força Aérea considerasse fundamentais para a manutenção das operações militares e que permitisse a construção de uma via que efectivamente servisse o concelho de Vila Franca, a cidade de Alverca e a sua população”.Quando a petição der entrada no hemiciclo seguirá em anexo um outro documento, solicitando a abolição das portagens na A1 para veículos pesados entre Alverca e Vila Franca “de forma a aliviar o interior da cidade de Alverca da circulação de pesados”.
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