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Aprender informática e inglês sem sair da aldeia

Aprender informática e inglês sem sair da aldeia

Edição de 22.09.2010 | Primeiro Plano
Nos Casais da Lagoa já é possível aprender informática, inglês ou ver até as competências adquiridas ao longo da vida transformadas em habilitações literárias passadas ao papel. As novas oportunidades chegaram em Maio de 2010 à aldeia. A oferta está mesmo à porta de casa, na infoteca da Associação Desportiva e Cultural dos Casais da Lagoa, freguesia de Aveiras de Baixo, concelho de Azambuja, mas os cursos estão abertos a qualquer cidadão. “Mesmo os que vêm de fora”, convida o presidente da colectividade, José Brás. Até agora aderiram às ofertas alunos do concelho de Azambuja e Cartaxo, mas a associação continua a receber inscrições (presidente@adccl.pt) para o processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências (RVCC) que se destinam a adultos que querem melhorar o grau académico.O primeiro curso de RVCC, para possibilitar a equivalência ao 9º ano, está a terminar. Juntou motoristas, serralheiros, pintores, empregadas de balcão, domésticas, fiéis de armazém, mecânicos e canalizadores. Dos 22 aos 63 anos. “Há pessoas que querem apenas enriquecer-se, mas há outras que só não evoluem mais dentro das empresas porque não têm habilitações”, analisa José Brás que anda no associativismo desde os 16 anos e quer tirar o máximo de rentabilidade do protocolo que a colectividade firmou com o Instituto de Emprego e Formação Profissional. O instituto cede os formadores, a colectividade disponibilizada sala, os computadores possíveis e paga a conta da luz e da água. A única condição é ser sócio. A jóia custa 10 euros. As quotas de um ano ficam por 12. Por um valor global de 22 euros é possível ter acesso aos vários cursos. “A intenção é não deixar esta sala parar”, continua. A turma de informática já existe (na foto) e a de inglês já está a ser formada. O processo de RVCC na aldeia vai oferecer em breve equivalência ao 12º ano. No intervalo das aulas – para ajudar a alimentar a motivação – uma voluntária costuma oferecer bolos e chá. Ana Santiago
Aprender informática e inglês sem sair da aldeia

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