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Madeira ardeu durante mais de dois dias no armazém de Azambuja

Madeira ardeu durante mais de dois dias no armazém de Azambuja

Polícia Judiciária esteve no local a investigar a origem do fogo

O incêndio que deflagrou ao início da tarde de domingo numa empresa de madeiras de Azambuja só foi dado como extinto ao final da tarde de terça-feira. A madeira ardeu durante mais de dois dias. A Polícia Judiciária esteve no local a investigar as causas do fogo.

Edição de 22.09.2010 | Sociedade
O fogo que consumiu um armazém de madeiras e o escritório de uma empresa da zona industrial de Azambuja levou mais de dois dias a ser extinto pelos bombeiros. O incêndio deflagrou ao início da tarde de domingo, 19 de Setembro, e a operação de rescaldo só ficou concluída ao final da tarde de terça-feira, 21 de Setembro.“Houve uma parte em que não pudemos mexer para permitir à Polícia Judiciária fazer a sua investigação”, disse a O MIRANTE o comandante dos Bombeiros Voluntários de Azambuja, Pedro Cardoso, que é também o comandante operacional municipal. Desde o início que a estratégia dos bombeiros foi deixar arder o combustível protegendo as posições e a área envolvente. O fogo consumiu aglomerado de madeira, madeira exótica e madeira compressada e não alastrou a outros locais da empresa. Na segunda-feira uma máquina retirou a estrutura metálica do armazém, com seis mil metros quadrados, que ficou retorcida pelas altas temperaturas que se faziam sentir no local. A área correspondente aos escritórios tinha apenas 380 metros quadrados. Os bombeiros foram alertados para a ocorrência pouco depois das 15h00 quando as chamas já tinham tomado o armazém, o que complicou o trabalho, admite Pedro Cardoso.Noventa e cinco bombeiros de 33 corporações vizinhas ajudaram no combate às chamas no domingo. Na noite de segunda para terça feira apenas os bombeiros de Azambuja estiveram a assegurar o trabalho no local. Durante o dia contaram ainda com a colaboração da viatura especial dos soldados da paz de Alenquer para finalmente dar como extinto o incêndio. O incêndio de grandes proporções deflagrou na empresa Jular por volta das 15h00 de domingo. A Estrada Nacional 3 esteve cortada nos dois sentidos durante cerca de duas horas. Não houve no entanto registo de vítimas. Os peritos das companhias de seguros também estiveram no local para apurar prejuízos. Um responsável da empresa veio a público no domingo garantir que não estão em causa os postos de trabalho na sequência do incêndio.
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