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A concelhia de Santarém do PS diz que o Orçamento da Câmara de Santarém para 2011 é “um documento de faz de conta num contexto da mais pura ficção e fantasia”. O presidente da concelhia, Pedro Braz, considera que apesar da redução de dez milhões em relaçã

Edição de 07.12.2010 | Política
A concelhia de Santarém do PS diz que o Orçamento da Câmara de Santarém para 2011 é “um documento de faz de conta num contexto da mais pura ficção e fantasia”. O presidente da concelhia, Pedro Braz, considera que apesar da redução de dez milhões em relação a 2010, o montante de 85,8 milhões de euros reflecte o “mundo virtual” em que vive o actual executivo municipal. Realça que as receitas previstas são fruto da imaginação e só não são mais porque a imaginação em termos de receitas “está espremida ao máxima”. “Faz de conta que vão entrar receitas no valor de 28,2 milhões de euros”, dos quais 16,7 milhões de rendas da Casa dos Sabores e do antigo Presídio Militar e 11,5 milhões do plano de acção do aeroporto da Ota. O PS formula também um desejo: que se cumpra “fielmente” o programa de pagamentos em atraso a fornecedores que consta do orçamento. E conclui que o executivo de maioria PSD governa a câmara “sem estratégia, sem norte e sem rumo”.

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