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Falta de médico deixa 1300 utentes sem consultas na freguesia de Paialvo

Edição de 15.12.2010 | Sociedade
O director do Agrupamento de Centros de Saúde Médio Tejo II – Zêzere não prevê quando é que a extensão de saúde de Carrazede, na freguesia de Paialvo, Tomar, vai voltar a ter médico. O clínico que prestava serviço na unidade reformou-se e deixou de prestar serviço no dia 23 de Novembro. Neste momento os cerca de 1300 utentes têm que se deslocar ao Centro de Saúde de Tomar para terem consultas médicas. Fernando Siborro justifica que o agrupamento tem dificuldade em contratar médicos. A situação já motivou uma posição pública da Junta de Paialvo que realça que a extensão serve a população de dez aldeias e que muitos não têm transporte e estão a 12 quilómetros de Tomar, realçando que o executivo e a população da freguesia estão “descontentes” e que a saúde é um direito constitucional. Também o deputado do partido ecologista “Os Verdes”, apresentou um requerimento na Assembleia da República a pedir esclarecimentos ao Ministério da Saúde. O deputado quer saber que medidas foram tomadas para preparar a substituição do médico ou atenuar a falta do clínico na localidade. E perguntam também se está previsto algum reforço do centro de saúde de Tomar para responder à procura dos utentes da freguesia de Paialvo.

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