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Segmento do turismo militar é uma potencialidade para o país

Segmento do turismo militar é uma potencialidade para o país

Secretário de Estado do Turismo participou, em Tomar, nas primeiras Jornadas de Turismo Militar

Organização partiu do Instituto Politécnico de Tomar e da Escola de Tropas Pára-quedistas de Tancos.

Edição de 15.12.2010 | Sociedade
O secretário de Estado do Turismo considera que o turismo militar é mais uma potencialidade para o país, acreditando ser compatível a coexistência desta actividade com a defesa da soberania nacional. “É, sobretudo, mais uma solução relativamente à potencialidade que esta actividade económica de turismo tem relativamente ao território”, disse Bernardo Trindade, que participou, em Tomar, nas primeiras Jornadas de Turismo Militar, uma organização do Instituto Politécnico local e da Escola de Tropas Pára-quedistas de Tancos.Segundo o governante, o turista que procura Portugal “não busca uma experiência massificada”, mas “uma experiência única”. “Neste quadro, a circunstância de termos as instituições militares a disponibilizarem as próprias instalações em torno de mais uma experiência enriquece esta actividade económica, o turismo”, declarou Bernardo Trindade.Questionado sobre se é possível a coexistência deste segmento do turismo cultural com a defesa da soberania nacional, a missão das estruturas militares, o secretário de Estado declarou que “é, com certeza, compatível”.“É, sobretudo, reflexo um pouco da evolução dos tempos e permite que não só se cumpra um objectivo de soberania, mas também um objectivo de mostrar ao mundo, cada vez mais exigente, as potencialidades históricas, militares, de um povo que marcou gerações”, acrescentou Bernardo Trindade.O responsável defendeu ainda que turismo e cultura “devem estar hoje cada vez mais próximos num quadro de afirmação do sector”, sustentando: “Tudo aquilo que pudermos fazer em torno do nosso território para garantir condições de fruição àqueles - nacionais ou estrangeiros – que optam por fazer uma opção de lazer no nosso país é de extrema importância”.Já o director do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico, Gonçalo Couceiro, realçou a importância do turismo militar “numa época em que é preciso inovar produtos”, acreditando ser possível “encontrar-se formas de cooperação”.Por seu turno, o comandante da Brigada de Reacção Rápida, major general Raul Cunha, reconheceu que o Exército é “guardião de um património volumoso e importante” e “não faz mais do que a sua obrigação ao garantir o acesso a todos os interessados, no âmbito inclusive da sua própria missão”.As primeiras Jornadas de Turismo Militar, que culminaram com uma visita à Escola de Tropas Pára-quedistas, no polígono militar de Tancos, pretendem “aprofundar o conhecimento científico, técnico, social, económico e cultural sobre um património que identifica parte importante da imagem cultural do país” e que a organização considera ser mais “um recurso estratégico a activar a favor da dinamização cultural e turística nacional”.
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