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Nas margens do rio Paraíba, na cidade de João Pessoa, no nordeste do Brasil, todos os dias o pôr-do-sol acontece ao som do Bolero de Ravel perante a alegria dos moradores e a emoção dos turistas

Nas margens do rio Paraíba, na cidade de João Pessoa, no nordeste do Brasil, todos os dias o pôr-do-sol acontece ao som do Bolero de Ravel perante a alegria dos moradores e a emoção dos turistas

Edição de 28.12.2010 | Foto Revista
Nas margens do rio Paraíba, na cidade de João Pessoa, no nordeste do Brasil, todos os dias o pôr-do-sol acontece ao som do Bolero de Ravel perante a alegria dos moradores e a emoção dos turistas. Na Travessa do Porto do Carvão, na Chamusca, o pôr-do-sol é diferente. O rio Tejo é mesmo ali mas a música é outra. Em vez do Bolero, de Ravel, ouvem-se as galinhas e os galos, os patos e os pavões. E o silêncio, que é tão misterioso como o pôr-do-sol, e que é uma espécie de música para a infância, confunde-se com o chiar das rodas das carripanas que passam com a lenha para fazer o lume onde se vai cozer o almoço de todos os dias.
Nas margens do rio Paraíba, na cidade de João Pessoa, no nordeste do Brasil, todos os dias o pôr-do-sol acontece ao som do Bolero de Ravel perante a alegria dos moradores e a emoção dos turistas

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