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PSD classifica orçamento da Câmara de Ourém de irrealista

Edição de 28.12.2010 | Política
“O orçamento para 2011 é desajustado do mundo real, que parece ignorar a crise e que nada tem a ver com os compromissos do PS”, afirmou na última sessão da Assembleia Municipal de Ourém o líder da bancada social-democrata, João Moura. O autarca referiu ainda que este é um orçamento “de receita claramente inflacionada” e que o actual executivo “não tem nenhuma ideia para dinamizar o concelho, só projectos que vêm de trás”.Os argumentos de João Moura foram contrariados pelo deputado António Gameiro (PS), afirmando que o executivo PS conseguiu reduzir num ano as despesas, de cerca de 12 milhões para oito milhões de euros. “A postura do PSD apenas quer desmontar as bandeiras do PS, vendo apenas alguns aspectos”. Vários presidentes de juntas de freguesia também manifestaram dúvidas quanto ao orçamento, comentando que as suas freguesias não iriam ter grandes benefícios com o plano para 2011. O presidente da Câmara de Ourém, Paulo Fonseca (PS), reconheceu ser este um “orçamento difícil”. “Estamos a viver a fase do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN)” e o município não sabe quantos projectos serão aprovados, pelo que o orçamento também poderá ter alterações nesse sentido. “Temos que aproveitar”.O orçamento para 2011, de 55 milhões e 900 mil euros, foi aprovado por maioria, com o voto contra de Sérgio Ribeiro (CDU) e nove abstenções de eleitos do PSD, CDS e independentes.

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