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Existe um paiol em Santarém

Edição de 30.05.2012 | O Mirante dos Leitores
Na freguesia de S. Salvador, concelho de Santarém, existe um paiol no centro de um aglomerado residencial, o qual pode explodir a qualquer momento.Como cidadão desta cidade não posso silenciar a minha voz, apelando ao presidente da Junta de Freguesia de S. Salvador, ao vereador responsável pela protecção civil e, claro, a todo o executivo camarário para a gravidade da situação existente no lugar do Alto do Bexiga e no lugar de Jardim de Cima, onde existem duas grandes áreas de terreno que em tempos foram de cultivo, mas que há alguns anos se encontram num lastimoso estado de abandono, sendo que uma das áreas é composta de uma enorme extensão de caniçal e outros arbustos.A outra área é composta de arvoredo, mas mais grave ainda é que todo o terreno está coberto de folhagem e ramos secos que ao longo do tempo vão caindo das referidas árvores. Como se tudo isto não fosse suficiente é ver o que se encontra junto às paredes laterais ao Centro Escolar Salgueiro Maia, recentemente inaugurado por responsáveis políticos locais e do governo central. Lamentavelmente tudo o acima exposto lhes passou ao lado.Devido ao estado em que se encontram os referidos terrenos, alguns moradores mais próximos afirmam que não podem deixar as portas das suas residências abertas, mesmo que seja por poucos minutos, pois entra de imediato grande quantidade de bicharada e até ratos e répteis. Queixam-se os mesmos que já por diversas vezes deram conhecimento desta situação à junta de freguesia, bem como à câmara municipal, mas até agora não receberam qualquer resposta e continuam a viver no meio de um matagal, receando acordar com um incêndio que lhes coloque em risco não só o seu património como a sua integridade física. Sugiro aos autarcas que saiam dos seus gabinetes e venham conhecer melhor o concelho. Acreditem que as más notícias não chegam só aos nossos vizinhos e quando não se espera também nos batem à porta.Imagino que será mais cómodo estar num gabinete a gozar do ar condicionado aguardando por mais uma festa ou deliciar-se com mais uma inauguração levantando a poeira e assim diminuindo a visão dos munícipes.José Clemente Pereira

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