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Quando a crise aperta vai-se buscar o que antes se rejeitava e serve-se com o rótulo de "originalidade"

Quando a crise aperta vai-se buscar o que antes se rejeitava e serve-se com o rótulo de "originalidade"

Festas do Almonda em Torres Novas até domingo, 10 de Julho, com muitos músicos desconhecidos

Sob o signo da "contenção drástica" de despesas a câmara municipal faz o que o povo recomenda quando não há dinheiro para galinha e serve "canja".

Edição de 06.07.2011 | Especial Torres Novas
A animação musical das Festas do Almonda, em Torres Novas, que decorrem até dia 10, domingo, está entregue a grupos e cantores portugueses desconhecidos do chamado "grande público". Real Combo Lisbonense, M-Pex, Cosie Cherie, Old Jerusalem e Toques do Caramulo, fizeram as primeiras noites. A partir de hoje tocam The Kaviar, uma banda de Abrantes que aos poucos tem ganho novos palcos a nível nacional, Luísa Sobral, na sexta-feira, A Jigsaw e Peixe Avião, no sábado. Os concertos são no palco montado no Jardim das Rosas, à beira do rio Almonda. As festas populares são momentos de convívio e encontro de amigos. Os concertos musicais servem para atrair pessoas mas podem ser adaptados às disponibilidades económicas. A aposta de Torres Novas poderia incidir em artistas popularuchos mas não tem sido essa a filosofia da programação cultural regular e não é essa a opção para as festas anuais que decorrem em Julho. Um dos raros momentos para público de uma faixa etária mais elevada é a "Tertúlia do Fado de Coimbra". Guitarristas e cantores no rio à média luz, domingo dia 10, a partir das 23h00.Na "Tendanças", espaço de música para dançar, como o nome indica, ainda há três noites para passar. Hoje, dia 7, quinta-feira, Carlos Matos (electro, rock e post punk); sexta-feira, Ponto G dj vj set (alternativo) e sábado, El Mariachi (surf beat&electro rock n' roll) e Tomezini (house, tech house, alternativo).Sexta e sábado há momentos de animação de rua às 15h00, 17h00 e 20h30 com o Teatro Útero. No domingo à tarde no teatro Virgínia o concerto de jovens instrumentistas locais formados nas bandas do concelho e no Choral Phydellius e o espectáculo Dj Tudo e Sua Gente de Todo o Lugar, a partir das 21h30 no Jardim das Rosas. A festa acaba com quase todas as festas portuguesas, com fogo de artifício.
Quando a crise aperta vai-se buscar o que antes se rejeitava e serve-se com o rótulo de "originalidade"

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