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Autarcas enaltecem trabalho de populares e da Comissão da Festa dos Tabuleiros

Edição de 20.07.2011 | Sociedade
O executivo da Câmara Municipal de Tomar, reunido a 14 de Julho, aprovou uma proposta dos “Independentes por Tomar” no sentido de enaltecer o empenho e o trabalho da comissão da Festa dos Tabuleiros 2001, realçando o papel do Mordomo João Victal. A vereadora Graça Costa, dos Independentes por Tomar, referiu que “os cidadãos e amigos deste concelho evidenciaram um enorme amor à sua terra” e que os milhares de visitantes que passaram por Tomar nestes dias, saíram daqui mais ricos e, estamos certos, agradados com o que viram. O presidente da autarquia, Corvêlo de Sousa (PSD) congratulou-se com a determinação da população e dos elementos integrantes da Comissão da Festa, que “trabalharam para a boa promoção da imagem de Tomar para o exterior”.Não obstante o balanço positivo que fez desta edição, Corvêlo de Sousa referiu a O MIRANTE, no dia anterior a esta reunião de câmara, que há aspectos da Festa dos Tabuleiros que vão ter que ser “repensados” uma vez que o modelo em vigor é antigo. “Penso que vamos todos ser capazes de reflectir sobre a Festa porque estamos com um modelo de 1950 e há regras que têm que ser adaptadas”, disse o autarca referindo-se, por exemplo, à questão da mobilidade das pessoas, uma vez que os parques de estacionamento para autocarros localizavam-se fora do perímetro urbano da cidade, obrigando os visitantes a percorrer dois ou três quilómetros até ao local do cortejo. Críticas que foram ouvidas, com mais incidência, no dia do cortejo principal. “Em 1960, quando morava na Praça da República, lembro-me que o número de pessoas que estavam no levantar dos tabuleiros não chegava a um décimo do que é hoje. Além disso, passámos de 50 mil pessoas a assistir a meio milhão pelo que temos que criar condições para que o público assista mais comodamente à passagem do cortejo”, considerou. Corvêlo de Sousa considera ainda que têm que ser criadas condições para que Tomar “tire mais partido da Festa nos anos em que não há festa”.

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