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Resolvido impasse directivo na União Desportiva de Chamusca

Não há direcção mas foi eleita uma Comissão Administrativa

À terceira foi de vez, a crise directiva que assolava a União Desportiva de Chamusca ficou finalmente resolvida, na terceira sessão da assembleia-geral realizada no dia 22 de Julho foi formada uma comissão administrativa formada por cinco associados que vão dirigir os destinos do clube chamusquense até se encontrar pessoas para formar uma direcção.

Edição de 27.07.2011 | Desporto
António Timóteo que fazia parte da anterior comissão administrativa já se tinha disponibilizado em anteriores assembleias para continuar. Faltava arranjar sócios para o acompanhar e também que a colaboração de sócios que têm tido um papel importante no desenvolvimento do clube lhe fosse garantida. Face às demarches feitas pelo presidente da assembleia e de António Timóteo, as duas situações foram resolvidas e a ameaça de fecho de portas foi afastada.A comissão administrativa fica formada por António Timóteo, que vai ficar responsável pela área desportiva, Luís Silva, Carlos Petisca, responsável pela área cultural, António José Alves, área de secretariado, Vera Cristina Oliveira, outras modalidades. “Para já a nível desportivo vamos manter em actividade as equipas de futebol de escolinhas e seniores. Queremos formar equipas de infantis e iniciados, mas deparamo-nos com grandes dificuldades de recrutamento de jovens para essas equipas, subiram sete jovens dos infantis a iniciados e das escolinhas aos infantis subiram apenas dois ou três, são poucos para formar equipas, vamos fazer acções de recrutamento e apelamos aos pais e familiares para que nos ajudem e tragam os seus filhos ao campo de futebol para treinar, nós proporcionamos-lhes boas condições de trabalho”, disse António Timóteo em jeito de pedido.O dirigente garantiu que todos os elementos da comissão estão ao serviço do clube por carolice para que a colectividade não feche portas, mas avisou que é necessário encontrar uma direcção porque há muita coisa por fazer para que a União não pare no tempo. “A anterior comissão administrativa desenvolveu um bom trabalho, reabilitou o rés do chão da sede, mas agora é preciso acudir ao primeiro piso que está em muito más condições”, disse António Timóteo.António Timóteo chamou ainda a atenção para o problema da cobrança de quotas. “Não há cobrador e o volume de cotização por cobrar é já muito grande. Há cerca de seis mil euros por cobrar é preciso encontrar uma pessoa com disponibilidade que se disponha a colaborar com a comissão administrativa porque esse dinheiro faz muita falta”, garantiu.Carlos Petisca também tomou a palavra para dizer que aceitou fazer parte da comissão administrativa porque não podia permitir que o clube fechasse portas. “Estou a cem por cento com o grupo e disposto a trabalhar para que o clube se desenvolva”, disse acrescentando que o facto de dever muito à União o faz ir pensar em algumas acções que possam ajudar a financiar a colectividade.

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