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Passagem entre Louçãs e Pinheiro aguarda resposta da Estradas de Portugal

Edição de 14.12.2011 | Sociedade
Questionado por uma moradora de Louçãs, freguesia de Nossa Senhora da Piedade, Ourém, sobre a supressão do caminho agrícola que ligava a localidade à vizinha aldeia do Pinheiro, na mesma freguesia, devido às obras do Itinerário Complementar (IC) 9, o presidente do município, Paulo Fonseca, diz que se está a aguardar uma resposta da Estradas de Portugal (EP).A moradora pediu explicações durante a reunião pública de 9 de Dezembro, referindo que a informação que tinha é que o caminho pelo pinhal (um trajecto de cerca de 800 metros) fora suprimido devido a decisões da câmara municipal e da junta de freguesia. Paulo Fonseca explicou que a obra pertence à EP, contando de seguida vários desenvolvimentos desde que os trabalhos se iniciaram no concelho, que passaram pela ameaça de uma providência cautelar às obras. “Eu próprio assinei o abaixo-assinado” que foi promovido pela comissão de moradores das Louçãs e do Pinheiro contra a supressão da estrada, referiu.Foram apresentadas soluções à alternativa vigente, que é um desvio de cerca de quatro quilómetros que não agrada a uma população que se desloca sobretudo a pé. Numa das propostas, o município garantia o pagamento de cerca de metade da obra, 60 mil euros. Mas a EP veio a informar que os custos seriam mais elevados e o caso ficou parado.“Entretanto já fui a Lisboa reivindicar vários problemas” relacionados com o IC9, enumerou, como a passagem do Lagarinho (bastante rebaixada e, devido a situar-se junto à ribeira do Ameal, propensa a inundações frequentes), o túnel do Casal da Bica, uma ligação à entrada de Alburitel e o caso Louçãs-Pinheiro. “Só podemos esperar”, terminou. “A câmara municipal continua na disposição de assumir parte da obra, mas não 300 mil euros numa obra que não é nossa. 60 mil euros é um esforço, porque compreendemos a situação”, concluiu.

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