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Comissões de utentes de serviços de saúde de seis concelhos marcam protestos

Edição de 21.12.2011 | Sociedade
As comissões de utentes dos seis concelhos abrangidos pelo Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Lezíria II agendaram protestos para 29 de Dezembro, depois de se terem reunido com a tutela na passada semana.Os representantes dos utentes de Benavente, de Salvaterra de Magos, de Alpiarça, de Almeirim, de Coruche e da Chamusca reuniram-se com responsáveis pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) para exporem as suas preocupações sobre o possível fecho de várias extensões de saúde nesses concelhos.“Saímos com o mesmo nível de preocupação e com as expectativas defraudadas. O vice-presidente da ARSLVT, Luís Pisco, não nos soube dizer o que vai acontecer a 1 de Janeiro e que só perto do final do ano é que o Governo decidirá sobre o futuro das extensões de saúde que estão em risco de fechar”, disse Domingos David, à Agência Lusa.Segundo o representante dos utentes no Concelho da Comunidade do ACES Leziria II, estão em risco de fechar as extensões de saúde de Porto Alto e Santo Estêvão, bem como o Serviço de Atendimento Permanente de Benavente, que também serve o concelho de Salvaterra de Magos.“Em Almeirim, está em causa a continuidade das extensões de saúde de Paços Negros, de Marianos e da Raposa. Em Salvaterra de Magos, a extensão de saúde de Foros de Salvaterra. Na Chamusca, as extensões de Vale Cavalos e de Ulme”, explicou Domingos David, referindo que já foram encerradas as extensões de Muge e Granho em Salvaterra de Magos.Domingos David disse que se a intenção do Governo for adiante, serão prejudicados milhares de utentes. No ACES Lezíria II estão, actualmente, sem médico de família “mais de 30 mil pessoas”, adiantou.Como protesto, os representantes dos utentes abrangidos pelo ACES Lezíria II agendaram várias acções de luta para 29 de Dezembro, sem adiantar, para já, de que tipo, nos concelhos afectados pelas possíveis medidas do Governo.

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