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Secretário de Estado quer que abandono de terrenos agrícolas saia caro

Edição de 28.12.2011 | Economia
O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural, Daniel Campelo, anunciou segunda-feira a implementação de benefícios fiscais para que o abandono de terrenos agrícolas ou florestais saia “caro”.“Hoje parece que em algumas situações é mais barato abandonar a terra do que geri-la. Gostaríamos de inverter esta situação para que, de futuro, abandonar a terra fosse mais caro do que vendê-la ou arrendá-la a quem estiver interessado em explorá-la”, afirmou Campelo.Em causa, explicou, estão 1,5 milhões de hectares de terrenos de produção florestal e 125 mil hectares de terrenos de produção agrícola actualmente sem qualquer utilização, tendência que o Governo quer “inverter” nomeadamente com a constituição de um Banco de Terras.Este processo, garantiu Campelo, será alvo de benefícios fiscais aos proprietários que voluntariamente disponibilizem terrenos para exploração, quer para jovens agricultores quer para o alargamento de produções já existentes.“Passa pela introdução de medidas que tenham um incentivo de natureza financeira que permitam que as pessoas olhem para a terra de forma diferente da do passado, pelo menos neste espaço que está abandonado”, sublinhou o secretário de Estado do Desenvolvimento Rural.

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