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Comissão de utentes apreensiva com “sério perigo” de fecho de extensões de saúde no Médio Tejo

Edição de 28.12.2011 | Sociedade
A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) encara com “séria apreensão” o “sério perigo” de muitas extensões de saúde da região encerrarem a 1 de Janeiro. Num comunicado emitido no âmbito da reflexão que a CUSMT está a fazer sobre o relatório final para a reforma hospitalar e sobre a prestação de cuidados de saúde, a comissão refere, em particular, a situação que considera preocupante nos concelhos de Abrantes, Ourém, Torres Novas e Alcanena.A comissão lamenta que, nos contactos estabelecidos com responsáveis da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, se perceba que “não há solução para a substituição dos profissionais (médicos, enfermeiros e administrativos) cujos contratos de prestação de serviços acabam no fim do ano (alguns por imposição de normas governamentais)”.Para a CUSMT, o anunciado aumento das taxas moderadoras para limitar o acesso às urgências hospitalares é uma medida “hipócrita”, uma vez que não há cuidados de saúde de proximidade suficientes, uma situação que “tende a piorar a breve prazo, com a impossibilidade de manter abertas dezenas de extensões de saúde por falta de recursos humanos”.A comissão considera que a centralização de serviços dificulta o acesso à saúde de populações envelhecidas, solitárias, com poucos rendimentos e sem transporte e adverte que não poderá concordar com uma reorganização do Centro Hospitalar do Médio Tejo que afecte “a qualidade e proximidade”.

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