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Oposição chumba corte de verbas para as freguesias de Tomar

Edição de 07.03.2012 | Sociedade
Os vereadores do Partido Socialista e do grupo “Independentes por Tomar” votaram, na reunião de 5 de Março, contra a proposta apresentada pelo presidente da Câmara de Tomar, Carlos Carrão (PSD), relativamente à transferência de verbas para as freguesias, acabando por chumbar a mesma. O presidente da autarquia começou por explicar que, na sequência do corte de cinco por cento nas transferências do Orçamento de Estado para o município, pretendia diminuir essas transferências para as juntas de freguesia em igual percentagem”, o que significaria um corte de trinta mil euros em relação a 2011. Ou seja, em vez dos habituais 609 mil euros, a verba a transferir seria de 579 mil. Mas a justificação não acolheu parecer favorável junto dos vereadores da oposição, que têm maioria no executivo. O PS chegou a apresentar, pelo vereador José Vitorino, uma proposta alternativa, sublinhando “a urgência de se procederem às transferências para as freguesias de acordo com as necessidades reais de cada uma” e não com base em critérios abstractos. Os “Independentes por Tomar” justificaram o voto contra porque a proposta de transferência apresenta uma redução significativa face a 2011. “As juntas de freguesia, cujo importantíssimo papel de proximidade junto das populações nunca é demais salientar, vão ficar mais limitadas na transferência de verbas a que têm direito, sendo certo que a câmara municipal não tem capacidade para substituí-las”, alertam. No final, Carlos Carrão, acusou a oposição de estar a retardar a transferência de verbas para as juntas de freguesia e o verniz acabou mesmo por estalar com Pedro Marques e Luís Ferreira a sublinharem que estão disponíveis para chegar a um consenso sobre a matéria em causa.

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