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Coruche homenageou mulheres com fibra

Coruche homenageou mulheres com fibra

Edição de 14.03.2012 | Primeiro Plano
A sessão anunciava a homenagem a oito mulheres do concelho mas na realidade foram nove as distinguidas pela Câmara de Coruche no sábado, dois dias depois de mais um Dia Internacional da Mulher. As protagonistas têm idades diversas e méritos diferentes. A pesquisa, a cargo da vereadora da autarquia Célia Ramalho, conduziu a Susana Santos, de 22 anos, da Fajarda, que concluiu o ensino secundário com média de 19,4 valores. Participou nas Olimpíadas da Química e estuda para ser engenheira biofísica. “Talvez as mulheres sejam mais empenhadas, os rapazes são mais desleixados”, referiu a O MIRANTE. Teresa Rita tem apenas 17 anos e já sabe o que é ser campeã nacional de jiu-jitsu pelo terceiro ano consecutivo. Actua pelo Judo Clube de Coruche, tem o sonho de participar nos Jogos Olímpicos e agradeceu a todos o apoio prestado, perante aplausos de uma plateia quase 100 por cento feminina que encheu o auditório do museu municipal.Na Branca, Nicole a Jessica Carocha assumiram a gestão da empresa Laverde, propriedade dos pais, que trabalha na área da cosmética natural e biológica e está lançada no mercado internacional.Maria Rosa Teixeira esperou até aos 54 anos mas tirou o sexto ano de escolaridade. A dirigente associativa da Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos da Freguesia do Couço revelou emoção na altura de ser homenageada.A Ana Flausino apontaram diversas facetas. Foi professora, investigadora social, está ligada à Associação Encostatatim, faz poesia, teatro infantil e pintura. Elogiou todas as mulheres que lutam pelos seus direitos.Treze filhos, 39 netos, 20 bisnetos é o número de descendentes que Perpétua Moreira gostaria de ter visto no dia em que foi homenageada. Faleceu em Fevereiro e Floripes Teles, uma das filhas, lembrou que apesar dos tempos difíceis Perpétua “já estava mentalizada para ser mulher, mãe e esposa”.A título póstumo foi também homenageada Maria Clara Gomes, nascida em 1840. Doou bens à Misericórdia de Coruche para manter o antigo hospital e uma farmácia. A sua trineta destacou o seu altruísmo e generosidade. “Até mandou fazer uma vacaria para não faltar leite na instituição”.Manuela Neto, 74 anos, professora e dirigente do Centro de Reabilitação e Integração de Coruche (CRIC), que acolhe crianças portadoras é uma continuadora dos valores que a sua família lhe transmitiu. Ricardo Carreira
Coruche homenageou mulheres com fibra

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