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Pedro Henriques já não trabalha para a OurémViva

Edição de 21.03.2012 | Política
O funcionário da empresa municipal OurémViva, Pedro Henriques, que tanta celeuma tem provocado no meio político concelhio, foi despedido das funções de guarda-nocturno que desempenhava no Agrupamento de Escolas de Freixianda (AEF), terra onde é também treinador da equipa de futsal do clube local. O presidente da Câmara de Ourém, Paulo Fonseca (PS), informou na última reunião de câmara que, depois das interrogações levantadas pela oposição na última assembleia municipal sobre se Pedro Henriques era ou não funcionário da autarquia, mandou abrir um inquérito para averiguar a situação. E o AEF informou que o funcionário “não estava a cumprir as suas funções contratuais”. “Se não está a cumprir as suas obrigações a OurémViva vai denunciar o contrato e o funcionário vai embora”, esclareceu Paulo Fonseca.O autarca informou ainda que deu instruções para que se “averigúe” se existem mais funcionários na mesma situação. Pedro Henriques foi contratado no início deste ano lectivo depois do AEF ter pedido à empresa municipal para contratar uma pessoa para exercer a função de guarda-nocturno dado o aumento de assaltos na localidade. A vereadora Agripina Vieira (PSD) “estranho” é o facto do AEF não ter denunciado a situação mais cedo.Recorde-se que Pedro Henriques, que também é treinador da equipa de futsal do Clube Desportivo de Freixianda, tem estado nos últimos tempos no centro de uma “guerra” com contornos políticos. A oposição insinuou que Pedro Henriques não seria funcionário da câmara e que o CDF é um clube privilegiado em relação às outras colectividades do concelho.Em entrevista publicada na semana passada em O MIRANTE, Pedro Henriques afirmou que era funcionário da empresa municipal OurémViva e que trabalhava no Agrupamento de Escolas da Freixianda. “Esta confusão não faz sentido nenhum. Além de ser uma questão política, à qual sou alheio, é também uma forma de desestabilizar a equipa mas não vão conseguir. As pessoas deviam preocupar-se com assuntos mais importantes para o concelho do que o meu emprego e o meu ordenado. Quero fazer um bom trabalho no futsal e ajudar a desenvolver a modalidade neste clube, mas parece que há muita gente interessada em que o Freixianda não vença”, disse, na altura.

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