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Caminhada com animação reuniu duas centenas na Chamusca

Satisfeitos com a organização os participantes terminaram cansados mas com vontade de voltar

A Câmara Municipal da Chamusca organiza desde o ano de 2003, no mês de Março, uma marcha pedestre, sempre muito participada. As paisagens de lezíria e charneca bem como o casario bem característico da vila deixam saudades nos seus participantes que todos os anos agendam nesta altura do ano uma visita à Chamusca.

Edição de 28.03.2012 | Desporto
No domingo, 25 de Março, participaram na Caminhada 2011, que contou com animação cultural, cerca de 200 pessoas oriundas dos mais diversos pontos do concelho e do distrito. Os participantes tinham um percurso de 10 quilómetros com algumas dificuldades para percorrer existindo, no entanto, locais de apoio com águas e frutas e por isso lançaram-se ao caminho sem receios.Como vem sendo habitual nos últimos anos as caminhadas da Chamusca contam com um factor inovador de ter no seu percurso vários quadros de animação cultural que realçam os poetas, os músicos, o desporto, os costumes e as tradições das gentes da Chamusca. Na edição deste ano a animação cultural esteve a cargo da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários da Chamusca, Escola de Música da Chamusca, Projecto Acorda a Tecla do Centro Cultural de Ulme e da Orquestra Ligeira da Banda Filarmónica Vitória da Carregueira. A parte desportiva esteve a cargo do Chamusca Basket Club, Escola de Futebol da União Desportiva de Chamusca, Ribalama e Grupo de Ginástica da Chamusca.Este ano a caminhada esteve integrada no Projecto Mais Lezíria promovida pela Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo que quer reunir toda a população em inúmeros convívios desportivos, onde o principal objectivo é a promoção da vida saudável. E os participantes foram deveras agradados com o que lhes foi dado a observar e a conhecer.Vítor Policarpo, de Riachos é um dos participantes que há vários anos visita a Chamusca nas caminhadas promovidas. Destacou as boas organizações, “e as magníficas animações culturais que fazem recordar outros tempos da sua vida”.Já Vera Cunha, de Santarém, destacou a beleza das ruas da Chamusca. “A vista do Pranto é uma coisa impressionante só comparável às Portas do Sol. A igreja de Nossa Senhora do Pranto é lindíssima, gosto muito de vir à Chamusca aos seus passeios”Mário Jorge, do Entroncamento, realça a forma acolhedora, simpática e sempre disponível como os organizadores do passeio recebem os participantes. “Depois as animações são excelentes, fazem-nos sentir a nossa mocidade e eu que trabalhei aqui nos campos da Chamusca, recordo com muita emoção e alguma nostalgia esses tempos”.O percurso que começou e acabou junto ao campo de futebol, bem lá no alto da vila, levou os caminheiros às zonas mais cuidadas da “Terra Branca”, fazendo a sua primeira paragem para assistir a uma demonstração de basquetebol no Parque Municipal, dirigindo-se depois até à beira Tejo, onde no Porto das Mulheres, tinham à espera um abastecimento de fruta e água, e a actuação do grupo da escola de música.Começaram depois as dificuldades maiores, com a subida até ao Miradouro do Pranto, onde os esperava um novo abastecimento e a actuação dos jovens músicos da Carregueira. Já um pouco mais refeitos, avançaram subindo até ao cimo da Fontinha, descendo à rua do Vale, parando um pouco junto ao heliporto para ver alguns jipes do Ribalama. A subida até à base do Monte do Senhor do Bonfim, com passagem pelo miradouro do Leme, foi o terminar da parte mais difícil do percurso, que terminou depois de uma passagem pelo Pavilhão da Escola C+S, onde se mostrou o futebol das escolas do União. Miradouro da Chã de D. Bento, onde actuou o Grupo Acorda a Tecla e Rinque do Largo dos Bombeiros, onde esperava os caminheiros o Grupo de Ginástica a convidar a um último esforço com um programa de descontracção muscular.“Foi uma manhã bem passada, estou estoirada, parece que vou tomar banho, almoçar e deitar-me a descansar. Não faço caminhadas com regularidade, mas já vi que isto é importante para a nossa saúde e vou começar a fazer alguns percursos a pé, já falei com algumas amigas e vamos formar um grupo”, dizia visivelmente cansada Isabel Correia, que veio da Carregueira.

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