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Seguro de créditos à exportação cobre risco de não pagamento dos clientes

Seguro de créditos à exportação cobre risco de não pagamento dos clientes

Associação empresarial Nersant promoveu seminário sobre o tema em Torres Novas
Edição de 02.05.2012 | Economia
A Nersant - Associação Empresarial da região de Santarém promoveu em Torres Novas uma sessão de apresentação de linhas de apoio para cobertura de risco de crédito com garantia do Estado. A Presidente da direcção da Nersant, Maria Salomé Rafael iniciou a sessão, afirmando que esta é uma ferramenta extremamente importante para as empresas da região.A apresentação técnica sobre este mecanismo esteve ao cargo de Emanuel Anselmo, da COSEC, que explicou que o seguro de créditos é um instrumento disponível às empresas para cobrir o risco de não pagamento, o que torna esta ferramenta essencial à gestão de uma empresa. Assim, o seguro de créditos assegura um dos activos mais importantes das empresas, que são os seus clientes. “Sem estes, a empresa não teria liquidez para manter os seus negócios”, afirmou Emanuel Anselmo durante a apresentação. Este tipo de seguro tem como uma das principais vantagens a protecção contra as perdas financeiras motivadas por dívidas de clientes. Está assim garantido o aumento da rentabilidade da empresa e a redução de custos nos negócios. Para além da recuperação de quantias não pagas, o seguro de créditos actua também na área de prevenção do risco, através de uma prospecção e selecção cuidada dos clientes do segurado, foi explicado durante a sessão.“Na actividade de exportação, o seguro de créditos é ainda mais importante devido ao desconhecimento do risco dos clientes e à maior dificuldade de recuperar os créditos em caso de incumprimento”, advertiu Emanuel Anselmo às empresas presentes na sessão. As linhas de seguro de créditos à exportação são caracterizadas por serem linhas de apoio ao crédito comercial para cobertura de risco de crédito com garantia do Estado, destinada a empresas sedeadas em Portugal e subdivididas pelas linhas OCDE I e OCDE II, fora da OCDE e OCDE III.Embora com ligeiras diferenças nestas linhas, explicou Emanuel Anselmo, existe uma partilha de risco de crédito entre a seguradora, o segurado e o Estado Português, sendo que a adesão às mesmas pressupõe a contratação de uma cobertura adicional ao contrato de seguro de créditos, autónoma deste, mas funcionando de forma paralela em termos de condições.
Seguro de créditos à exportação cobre risco de não pagamento dos clientes

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