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Dívida da Câmara de Alpiarça aumenta para 14 milhões de euros

Edição de 02.05.2012 | Política
A dívida da Câmara de Alpiarça aumentou em 2011 para cerca de 14 milhões de euros, mas existe um saldo de gerência do anterior exercício de cerca de 1,6 milhões de euros que vai ser incorporado nas contas em Junho, o que vai atenuar o valor da dívida. Esse saldo de gerência de 1,6 milhões vai servir para avançar com algumas obras no concelho.Entre as obras previstas para 2012 estão o arranjo da zona envolvente ao novo edifício dos paços do concelho, a segunda fase das obras de requalificação da Casa-Museu dos Patudos e os arruamentos no Frade de Cima. O presidente da câmara, Mário Pereira (CDU afirma que o objectivo do executivo municipal é manter “muito” rigor na administração financeira para não paralisar a autarquia. O presidente explicou ainda que o aumento nos impostos do IMI e IMTT, com a actualização das avaliações dos imóveis, traduziu-se em verbas que não eram expectáveis para a câmara. Mário Pereira considera ainda que o Plano de Saneamento Financeiro (PSF), aprovado há cerca de um ano, foi “fundamental” para equilibrar as contas, manter a actividade da autarquia e pagar as despesas dos investimentos feitos como a primeira fase da obra da Casa dos Patudos e o Centro Escolar.Por parte da bancada socialista na Assembleia Municipal de Alpiarça, onde as contas de 2011 foram aprovadas, Paulo Sardinheiro realçou as dívidas a terceiros referindo que os valores de 2010 e 2011 são “avultados”. O deputado municipal também referiu que as dívidas a longo prazo tiveram um “aumento” de cerca de dois milhões de euros. Fernando Ramalho (PS) afirmou que se a dívida continuar a subir como aconteceu este ano vai ser necessário outro plano de saneamento financeiro. O deputado disse, no entanto, que a receita não é tão má como se esperava. “Não estamos tão mal como poderia temer”, concluiu. O documento foi aprovado por maioria com cinco abstenções da bancada do PS.

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