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Pernes não quer fusão de agrupamento de escolas com o de Alcanede

Edição de 02.05.2012 | Sociedade
A comunidade escolar de Pernes não concorda com a fusão do agrupamento de escolas local com o de Alcanede, como defende uma proposta da Direcção Regional de Educação de Lisboa e Vale do Tejo (DREL). Na sessão da Assembleia Municipal de Santarém de sexta-feira, o eleito socialista Luís Emílio apelou à câmara para que reflicta bem sobre a agregação de agrupamentos no concelho, em particular no que respeita à junção desses dois agrupamentos que tutelam as escolas de várias freguesias rurais do centro e norte do concelho.Segundo argumentou o autarca, residente em Pernes, caso fosse aprovado esse mega-agrupamento ficaria a cobrir cerca de 60 por cento da área total do concelho e com uma população escolar de mais de 1500 alunos do pré-escolar ao terceiro ciclo. Luís Emílio diz que, entre outros aspectos, é preferível a fusão do agrupamento de Pernes com o agrupamento Alexandre Herculano, de Santarém, já que as ligações são melhores (via EN3) e muitos pais e encarregados de educação de Pernes fazem a sua vida na sede de concelho.Na resposta, a vereadora da Educação, Luísa Féria (PSD), disse já ter conhecimento de que existiriam alguns problemas quanto à fusão desses dois agrupamentos, referindo que para já não há nenhuma decisão tomada. A autarca acrescentou que só depois de receber as actas dos conselhos gerais dos agrupamentos sobre essa proposta e do parecer da DREL é que a Câmara de Santarém se pronunciará em reunião do executivo sobre a reorganização da rede escolar do concelho.A proposta da DREL prevê a criação de dois novos mega-agrupamentos de escolas no concelho de Santarém, decorrentes da agregação dos agrupamentos de escolas de Pernes e de Alcanede e da junção da Escola Secundária Sá da Bandeira com o agrupamento D. João II, ambos sediados em Santarém. O agrupamento Alexandre Herculano e o mega-agrupamento Ginestal Machado não são atingidos pela proposta.Os agrupamentos de escolas são unidade organizacionais, com órgãos próprios de administração e gestão, constituídos por estabelecimentos de educação pré-escolar e de um ou mais níveis e ciclos de ensino, a partir de um projecto pedagógico comum.

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