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Bloco preocupado com eventual saída de Abrantes da Escola Prática de Cavalaria

Edição de 09.05.2012 | O Mirante dos Leitores
Não deve haver muita coisa a fazer. Se a grande moda é cortar em tudo e mais alguma coisa, é natural que as Forças Armadas Portuguesas sejam reduzidas ao mínimo dos mínimos. Ou seja, que fiquem apenas as unidades indispensáveis ao cumprimento dos nossos compromissos no âmbito das organizações e das missões internacionais. Os grandes movimentos pacifistas perderam alguma força devido ao terrorismo. Por outro lado com o desemprego a aumentar deu muito jeito ter Forças Armadas a contratar jovens mas é provável que essa tendência se inverta cada vez mais devido à crise económica. Exércitos pequenos e bem equipados e mobilização ou contratação de mais pessoal em períodos em que exista essa necessidade será o panorama. Quanto a instalações e ao custo que acarreta a sua manutenção é normal que a solução seja o abandono de algumas e a implementação de uma política de concentração.Joel Ciste

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