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Ourém não quer perder nenhuma das 18 freguesias do concelho

Edição de 09.05.2012 | Política
O presidente da Junta de Freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias (Ourém), Joaquim Gonçalves (PSD), foi à última reunião de câmara, juntamente com elementos da sua autarquia, alertar o executivo municipal para a necessidade de se defender todas as 18 freguesias do concelho no âmbito da nova lei que prevê a agregação de freguesias. Joaquim Gonçalves afirma que a Câmara de Ourém tem que decidir o que fazer. “Corremos o risco de ficarmos sem mais de quatro freguesias, entre elas a de Nossa Senhora das Misericórdias. Querem que esta freguesia seja considerada urbana para poderem extingui-la quando na verdade ela é apenas um por cento urbana”, afirma o autarca acrescentando que a sua junta tem meios prontos para serem utilizados até à “última pinga de sangue”.O presidente do município de Ourém, Paulo Fonseca (PS), manifestou-se solidário com a preocupação de Joaquim Gonçalves e defendeu que todas as assembleias de freguesia do concelho devem manifestar-se publicamente contra a decisão do governo. “As juntas de freguesia são de uma enorme importância para as populações sobretudo as mais rurais. Servem de pau para toda a obra e quando alguém tem um problema a primeira pessoa a quem pede ajuda é ao presidente de junta”, afirma. Paulo Fonseca considera ainda que o principal problema é a falta de união existente no concelho de Ourém. “Temos que nos unir e remar todos na mesma direcção senão vamos perder a luta. Temos que ter esperança e acreditar que vamos conseguir o melhor para o nosso concelho”, disse.O vereador Vítor Frazão (PSD) pediu a palavra para voltar a manifestar a sua posição contra a ideia do governo do seu partido em extinguir freguesias. Vítor Frazão recordou que também já foi presidente de junta e sentiu na pele o que é assumir esse papel. “Um presidente de junta é um faz tudo. Os presidentes de junta são os homens que estão na charneira das dificuldades autárquicas”, referiu.

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