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Receitas da câmara caíram 10 milhões de euros nos últimos dois anos em Azambuja

Edição de 09.05.2012 | Sociedade
As receitas do município de Azambuja caíram nos últimos dois anos dez milhões de euros. Em 2010 entraram nas contas da câmara menos 5 milhões de euros que o habitual. O mesmo aconteceu em 2011. O presidente da Câmara Municipal de Azambuja, Joaquim Ramos (PS), justifica a quebra das receitas com a diminuição das transferências do orçamento de Estado e diminuição dos impostos, como é o caso do Imposto Municipal sobre Transmissões e derrama. As tarifas cobradas por obras particulares também tiveram uma quebra acentuada. O relatório de gestão e demonstrações financeiras individuais do exercício 2011, bem como o relatório de gestão e demonstrações financeiras consolidadas, foi aprovado pela maioria PS na última Assembleia Municipal de Azambuja, realizada a 26 de Abril, com críticas da oposição.O deputado do Bloco de Esquerda, Daniel Claro, lamentou a qualidade do documento que na sua opinião deveria justificar as opções políticas tomadas. “Isto não é um relatório de um órgão político. É um relatório da contabilidade”, observou. O deputado municipal da Coligação Pelo Futuro da Nossa Terra, Manuel Couceiro, não compreende por que razão a câmara gasta dinheiro em praças de toiros e outras obras desnecessárias “só para publicidade e que não têm rentabilidade”. A Câmara Municipal de Azambuja e a Empresa Municipal de Infra-Estruturas de Azambuja (EMIA) têm uma dívida bruta de 27 milhões de euros. Joaquim Ramos diz no entanto que a dívida de Azambuja, quando comparada com a de outros municípios, “não é das mais significativas”.

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