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Parque de Negócios do Cartaxo sem constrangimentos ambientais

Estudo de impacto ambiental não detecta efeitos negativos relevantes da construção do empreendimento

O procedimento de avaliação de impacto ambiental do projecto do Parque de Negócios do Cartaxo encontra-se em fase de consulta pública até 11 de Junho.

Edição de 16.05.2012 | Sociedade
O estudo de impacto ambiental referente ao Parque de Negócios do Cartaxo não encontra consequências negativas relevantes decorrentes da implementação do projecto. Nas conclusões do resumo não técnico do estudo aponta-se o impacto paisagístico decorrente das edificações previstas como o mais negativo, mas as acções de integração urbanística previstas atenuarão o seu significado, classificando-o como reduzido.Por outro lado, a implantação do projecto terá efeitos positivos ao nível da criação de emprego, fixação da população, crescimento empresarial, dinamização urbana e valorização dos recursos humanos. Essas e outras considerações constam do resumo não técnico do estudo que pode ser consultado via Internet, através do site da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo (www.ccdr-lvt.pt). O procedimento de avaliação de impacto ambiental do projecto do Parque de Negócios do Cartaxo encontra-se em fase de consulta pública até 11 de Junho. A documentação encontra-se disponível na sede da CCDR em Lisboa, na Agência Portuguesa do Ambiente (Amadora) e na Câmara Municipal do Cartaxo. O resumo não técnico pode também ser consultado na Junta de Freguesia do Cartaxo.O Parque de Negócios do Cartaxo vai nascer junto à auto-estrada A1 e é promovido pela Valleypark - Parque de Negócios S.A., que tem como associados a Câmara do Cartaxo, a Nersant, o Grupo Lena e a Imocom. Vai ocupar uma área de 30,6 hectares distribuídos por 119 lotes para instalação de empresas de comércio e serviços, indústria e logística.O projecto prevê uma área de construção máxima de 8,8 hectares, a instalação de um núcleo desportivo e recreativo com cerca de 1,9 hectares e 16 lotes destinados a espaços verdes. A implantação das infra-estruturas básicas será feita em duas fases, estando a primeira, com 5,9 hectares referente à área de ciência e tecnologia, praticamente concluída. Segundo o estudo, a área de ciência e tecnologia do Parque de Negócios do Cartaxo vai integrar uma incubadora de empresas com escritórios, dois centros de investigação e empresas de serviços avançados e tecnológicos, como a Tagusgás e uma spin-off da Ydreams.

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