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Politécnicos da região centro unem estratégias e optimizam recursos

Politécnicos da região centro unem estratégias e optimizam recursos

Alunos e professores vão poder transitar entre oito politécnicos do centro do país consoante as suas necessidades e das escolas a diversos níveis.

Edição de 23.05.2012 | Sociedade
Oito presidentes de politécnicos da região centro assinaram segunda-feira, em Santarém, um protocolo que estreita laços, unifica procedimentos e vai permitir que qualquer aluno ou professor possa fazer uso das instalações, meios e equipamentos comuns aos oito institutos. Os politécnicos de Santarém, Tomar, Leiria, Portalegre, Castelo Branco, Coimbra, Guarda e Viseu formam a Politécnica - Associação de Politécnicos do Centro que reúne o maior número de institutos politécnicos do país num total de 50 mil alunos e 4.500 professores. Procuram rentabilizar instalações, recursos humanos e oferta formativa, ao mesmo tempo que ganham escala. O protocolo passa pelo intercâmbio de alunos, docentes e membros de júris de provas académicas e de admissão de pessoal docente e não docente, uso de instalações e equipamentos, complementaridade de cursos, possibilidade de realização de estágios entre alunos dos diferentes politécnicos, para citar alguns exemplos.Como explicou o presidente do Politécnico de Leiria e líder da Politécnica, Nuno Mangas, o protocolo permite que os alunos de Santarém ou de Tomar possam frequentar os demais politécnicos nas mesmas condições dos estudantes residentes, no acesso à cantina, biblioteca, residência de estudante e outros serviços de cada unidade. Nuno Mangas deu como exemplo das mais valias para a região da união dos politécnicos os resultados do programa Erasmus Centro que permite colocar estudantes estrangeiros em estágios em empresas das zonas dos oito politécnicos e de estudantes ali formados em empresas estrangeiras.Fase de optimizar recursos e não de pensar em fusõesEsta não é fase de fusões ou junções de politécnicos, mas sim de alinhar estratégias e optimizar recursos e colocar todas as instituições ao serviço de um grupo, comentou a O MIRANTE o presidente do Politécnico de Tomar. Eugénio de Almeida lembra que já existe há muitos anos cooperação de docentes com o Politécnico de Santarém. “Estamos a agilizar procedimentos e evitar uma série de burocracia. Existe a oportunidade de disponibilizar oferta formativa conjunta, ligando Tomar a Santarém e mesmo a Leiria ou Portalegre”, sublinhou Eugénio de Almeida.O presidente do Politécnico de Santarém, Jorge Justino, prefere lembrar a força que representa a Politécnica, que agrega oito dos 15 politécnicos do país. “Mostra que esta associação é muito forte e a importância de oito entidades poderem partilhar funções e actividades, apostar na internacionalização, na investigação, no e-learning e na formação numa economia de escala”, referiu Jorge Justino.
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