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Oposição acusa maioria de apresentar orçamento requentado em Salvaterra 

Edição de 02.01.2013 | Política
Os vereadores do Partido Socialista (PS) na Câmara de Salvaterra de Magos acusam o executivo municipal, liderado por Ana Cristina Ribeiro (BE), de apresentar um orçamento para 2013 “requentado” com projectos que já estavam orçamentados em anos anteriores e que nunca avançaram. Como exemplo, destacam a pavimentação de várias ruas que estão no orçamento de 2009, o alargamento da estrada de acesso à Ponte Rainha D. Amélia, em Muge, e o parque infantil da Várzea Fresca. Hélder Esménio e João Simões recordam que estes projectos também constaram do orçamento de 2009, ano de eleições autárquicas. O orçamento para 2013 é de cerca de 13 milhões de euros, menos um milhão que o ano passado.A pavimentação da Estrada do Convento, em Salvaterra de Magos, e a repavimentação da Rua de Macau, em Marinhais, e da Rua Mouzinho de Albuquerque, em Muge também estavam nas previsões para 2010 mas nunca passaram do papel. Os vereadores afirmam mesmo que o orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2013 são um “déjà vu”. “Muito do que está no orçamento é uma réplica dos orçamentos de 2009, 2010 e 2011. Este não seria de todo o nosso orçamento”, referem. Os vereadores lamentam o corte de 50 por cento nas verbas de apoio ao associativismo. Se em 2011 a autarquia disponibilizava 100 mil euros de apoio às colectividades, para 2013 estão reservados apenas 50 mil euros.Hélder Esménio e João Simões destacam a Gala do Desporto, Plano Municipal de Vias Cicláveis, Plano Municipal do Ambiente, Plano concelhio para a Mobilidade e Pavilhão Multiusos na Glória do Ribatejo. Projectos que ainda não foram feitos mas dos quais a autarquia também ainda não desistiu. “Este plano para 2013 mantém, ainda, a construção de um relvado sintético em Salvaterra de Magos, obra que vem desde 2010 e que não foi realizada por circunstâncias várias, mas junta-lhe agora um novo relvado, desta feita nos Foros de Salvaterra. Julgamos que é uma mera manifestação de vontade sem qualquer viabilidade económica pelo que devia estar num programa eleitoral e não no plano e orçamento da câmara. Nesta área, para nós, a prioridade continuará a ser a construção de um pavilhão desportivo nos Foros de Salvaterra”. A proposta foi aprovada por maioria com três abstenções dos vereadores da oposição.

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