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Agrediu idosa na sua casa em Arcena para fugir com três mil euros

Homem de nacionalidade romena está a ser julgado no tribunal de Vila Franca
Edição de 02.01.2013 | Sociedade
Uma mulher de 65 anos, residente em Arcena, Alverca, foi agredida com violência na garagem da sua habitação depois de surpreender dois assaltantes que já se tinham apoderado de três mil euros de poupanças que guardava no escritório. O caso está a ser julgado no tribunal de Vila Franca de Xira mas apenas um dos assaltantes enfrenta a justiça. O outro fugiu sem que as autoridades o conseguissem identificar.O arguido, Daniel P., 25 anos, de nacionalidade romena, enfrenta condenação num crime de furto qualificado em co-autoria e um crime de ofensa à integridade física qualificada em autoria material. Na acusação, a que O MIRANTE teve acesso, é descrita a forma como Daniel e um comparsa combinaram entrar numa vivenda situada na rua José Eduardo Vieira em Arcena que está vedada por uma rede com mais de um metro de altura.O caso remonta ao dia 5 de Maio de 2011, quando a proprietária da casa, depois de se ter levantado, se dirigiu à garagem para destrancar a fechadura da porta e deixá-la apenas no trinco, para o marido entrar quando chegasse a casa. O arguido e o outro comparsa, pelas 08h50, dirigiram-se à habitação, cortaram a vedação do quintal e introduziram-se na casa. Dirigiram-se ao escritório, que tinha a porta aberta, e daí retiraram três mil euros de uma gaveta. A idosa ouviu o barulho da porta da garagem a abrir e, pensando tratar-se da empregada, chamou-a. Como não obteve resposta, deslocou-se para a garagem e verificou que a porta estava aberta, vendo um vulto no escritório. Apercebendo-se que essa pessoa podia estar a roubá-la, a mulher correu para a rua e pediu ajuda.Ao ver a dona da casa a pedir socorro, um dos assaltantes fugiu por um buraco aberto na vedação do quintal. O arguido Daniel, segundo a acusação, permaneceu na casa. Este agarrou-a pelos braços e arremessou-a para o chão para que esta não lhe visse a cara. O arguido colocou as suas pernas em cima das pernas da ofendida, para evitar que esta se mexesse e com a mão segurou-lhe a cabeça, na zona da nuca, para que não se pudesse virar para si. “Depois largou-a e colocou-se em fuga para o buraco na vedação”, acrescenta a acusação do MP. O arguido está a aguardar a conclusão do julgamento sujeito a termo de identidade e residência, a medida de coacção menos gravosa.

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