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Demoliram o quartel dos bombeiros e agora não há dinheiro para remover o entulho

Demoliram o quartel dos bombeiros e agora não há dinheiro para remover o entulho

Antigas instalações dos Bombeiros de Samora Correia estavam a ser usadas por toxicodependentes
Edição de 02.01.2013 | Sociedade
O antigo quartel dos Bombeiros Voluntários de Samora Correia foi demolido porque estava a ser alvo de vandalismo e a servir de abrigo para toxicodependentes. Mas agora o entulho acumula-se no terreno porque não há dinheiro para o remover. A Câmara de Benavente tinha avançado com um apoio à corporação de dois mil euros para esta proceder à demolição do edifício, mas a verba não dá para remover os detritos e a corporação assume que está à procura de uma solução para o problema enquanto o lixo se acumula a céu aberto.As instalações, na Rua Egas Moniz, foram derrubadas depois de um apelo lançado pela associação de pais do Agrupamento de Escolas de Samora Correia preocupada com o vandalismo e a presença de toxicodependentes no local depois de os bombeiros se terem mudado para o novo quartel em Março. A preocupação dos pais estava no facto de as instalações estarem a poucos metros de várias escolas e de começarem a ser vistos no local também alunos.O presidente dos bombeiros, José Ferro, garante que de momento não tem dinheiro para limpar o espaço e que já teve uma proposta de uma empresa que se disponibilizou a ficar com o entulho, mas só o transporte do material fica em perto de 10 mil euros. “Existe outro interessado aqui em Samora Correia que fica mais perto, mas mesmo assim é preciso pagar o transporte. Estamos a tentar encontrar uma solução mas não está a ser fácil”, admite o dirigente.Recorde-se que a associação espera conseguir vender o terreno onde se situa o antigo quartel por cerca de 400 mil euros, existindo já um contrato de promessa de compra e venda. O interessado já deu um sinal de 50 mil euros à associação, mas com a crise a afectar fortemente o sector da construção civil, pediu mais algum tempo para poder concretizar o negócio.
Demoliram o quartel dos bombeiros e agora não há dinheiro para remover o entulho

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