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Casal apanhado a roubar casa de mulher que morreu

Vizinhos detectaram movimentações estranhas e avisaram a GNR de Almeirim que apanhou os suspeitos a roubarem máquina de lavar
Edição de 16.01.2013 | Sociedade
A casa de Lucinda Cesteira na rua António Agostinho, em Fazendas de Almeirim, está fechada há cerca de um ano depois de esta ter falecido e terá sido isso que motivou um casal a entrar na habitação para roubar o recheio. Só que as suas movimentações foram detectadas pelos vizinhos que alertaram a GNR de Almeirim que deteve os invasores da propriedade quando estes se preparavam para levar já uma máquina de lavar roupa.Antes de morrer, a dona da casa já vivia sozinha. Tinha enviuvado há alguns anos e o filho, que sofria de epilepsia, também já tinha falecido. Segundo alguns vizinhos, Lucinda tem vários sobrinhos, mas que não residem na zona da freguesia onde está a casa. Estes dizem também que a casa já tinha sido invadida outras vezes e que até já estiveram pessoas de etnia cigana a passar a noite na casa.O casal, segundo a GNR, com 51 e 21 anos, foi detido por militares do posto de Almeirim, que se deslocaram ao local assim que foram alertados por residentes daquela rua para o facto de terem visto movimentações estranhas na zona e barulhos que vinham de dentro de casa. Um dos vizinhos que vinha a chegar a casa por volta das 21h00 estranhou ver uns vultos com umas lanternas a caminhar numa vinha em direcção à casa. Este chamou outro residente e ambos aperceberam-se entretanto que quem quer que fosse já tinha entrado na habitação porque havia barulhos lá dentro.Segundo os vizinhos, a GNR chegou a disparar um tiro de intimidação para o ar e suspeita-se que o casal que invadiu a casa para roubar o recheio resida na freguesia de Fazendas. Em comunicado, a Guarda refere que os dois elementos foram detidos em flagrante na quarta-feira, 9 de Janeiro, apurando-se que estes se terão introduzido no seu interior através de arrombamento de uma janela. Os militares da GNR advertiram por várias vezes o casal para sair do interior da habitação e “perante a recusa destes em acatar a ordem, os militares acederam ao interior da residência com vista a capturar os indivíduos suspeitos, tendo levado a efeito a sua detenção”.Os detidos foram constituídos arguidos, prestaram termo de identidade e residência, a medida de coacção menos gravosa prevista no Código de Processo Penal e foram restituídos à liberdade aguardando a conclusão do inquérito e posteriormente o julgamento.

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