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O valor da cortiça

Edição de 23.01.2013 | Cavaleiro Andante
Quando o rio Tejo era fonte de sobrevivência para muita gente os lugares para pescar eram mais que muitos na Ortiga. Mas nem todos tinham “dono”. Quando tinham, o pescador pendurava um bocado de cortiça num ramo de salgueiro, de forma a que fosse vista até por um cego, e toda a gente respeitava a “propriedade” do lugar mesmo sem saber quem era o proprietário. Esta é outra das histórias do livro “Cultura e Artes da Pesca no Rio Tejo”, de João de Matos Filipe. Como os tempos mudam! Como o respeitinho era uma coisa muito bonita; e a cortiça ainda tinha algum valor que não apenas para a indústria das rolhas e da construção!

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